Fiz Parte desse Show / Irmão Bob

•outubro 30, 2009 • Deixe um comentário

Glória a Deus,

Hoje é um dia muito especial… Ah uns 10 anos adiquiri um livro chamado “Fiz parte desse Show“. O livro narra a história dos ultimos 6 meses de vida do cantor e compositor Cazuza, uma história surpreendente, maravilhosa, que mecheu muito comigo, aponto de me fazer repensar minha vida cristã.

Pois é, eu emprestei o livro e depois disso nunca mais o vi, já se vão oito anos… a editora (A.D. Santos) a muito afirma que não o editara mais por causa de problemas judiciais com a familia de Cazuza… Ficou então na memoria as lembranças, e a incredulidade daqueles para quem eu repeti esta história inumeras vezes… Mas para minha alegria esta história não acabou assim, pois uma amiga para quem contei-a fez um post em seu blog e comentou sobre isso…

Segue abaixo o post, os coments e… O LIVRO

Irmão Marley

Fevereiro 12, 2009

Eu já ouvi falar que, pouco antes de morrer, Cazuza havia se convertido ao Evangelho. Tá, tudo bem, você pode estar duvidando e tem todo o direito disso, afinal, o Cazuza que todo mundo conheceu não tinha nada de cristão. Mas creio que seja verdade, até porque há relatos, inclusive publicados. Trata-se de um livro chamado “Fiz parte deste show”, escrito pela enfermeira que evangelizou o cantor no hospital, em seus últimos dias de vida. Se já li? Não, infelizmente. Todavia, procuro ansiosamente por este título e, caso alguém saiba de seu paradeiro, aguardo notícias.

Bem, a conversão de Cazuza não é exatamente o assunto deste post. Entretanto, foi disso que lembrei quando li na coluna de Nando Gross, na ZH de hoje, o texto “Não chores mais”. Soou meio estranho para mim ver que num local direcionado ao esporte estava um textinho falando de Bob Marley. Porque cargas d’água Gross abordou o tema, não sei. Mas conta uma novidade: o rei do reggae teria se convertido ao cristianismo também. E a fonte é quente; foi o próprio filho do cara, Zigg Marley, que falou. Pode até não ser algo novo, mas eu fiquei um tanto surpresa, porque nunca tive conhecimento de nada parecido até então. A informação ainda acrescenta que na ocasião de sua morte (em 1981, por causa de um câncer de pele no dedão do pé direito), Marley foi enterrado na Jamaica com sua guitarra Gibson Les Paul e uma Bíblia. Bom saber.

Taís Brem

COMENTÁRIOS

É muito legal saber que ele se converteu, creio que nos céus haverá tantas surpresas boas, imagina ver lá pessoas que nunca imaginamos que um dia se converteria, eu oro para que assim como o “irmão Marley” se converteu, toda esta geração que foi influenciada pela sua música e pelo seu estilo de vida, venha se entregar para Cristo tb!!

Quanto ao livro, “Fiz parte deste Show”, eu já li e posso afirmar que é maravilhoso!! Vamos tentar traze-lo para venda!!

por Fábio e Carol Guimarães Fevereiro 12, 2009 at 1:11 pm

No woman no cry…. no woman, no men….. hahaha
Éssa é a melhor noticia q eu poderia ter depois de saber q Jesus morreu por mim, q minha esposa esta gravida… e mais tantas q vem na frente mas oq importa isso agora… se a Bíblia diz q tem festa no céu quando um pecador se arrepende eu tambem vo comemora, ainda muito mais quando esse cara é Bob Marley….heaehuaehaeuehaaa…. Isso é d+

Do Cazuza eu ja sabia pois tenho o livro “fiz parte desse show”, a enfermeira que cuidou dele em seus ultimos seis meses de vida é quem escreveu ela é missionaria batista, a história é linda…. nunca curti muito o som dele mas saber q ele foi salvo me alegrou muito……. mas o Bob….. HAHAHAHAHAHA

MUUUUUITO REGGAE NO CÉU…. GLÓRIA A DEUS!!!!
TU ÉS TREMENDO SENHOR!!!!!

por Repha’el Fevereiro 12, 2009 at 1:14 pm

Olá Taís eu estva procurando na internet pelo livro e foi aí que eu encontrei o seu blog que falava sobre o livro, não encontrei nada além do seu blog mas meu pai tem uma revista que fala sobre o livro e como adquiri-lo então se você quiser tem um e-mail :adsantos@per.com.br a editora é a.d.santos

por Ster Junho 10, 2009 at 9:49 pm

Oi tem o site da editora :adsantos.com.br desconsidere o comentário anterior pois a revista do meu pai é muito antiga.

por Ster Junho 10, 2009 at 10:28 pm

eu li e fiquei maravilhada com este livro porem ele naao e meu gostaria de adquiri-lo,pois quando conto pra alguem gostaria de confirmar no livro Deus e tremendo.

por valeria sabino Junho 16, 2009 at 10:32 pm

Gente é o seguinte eu Gostaria de saber Essa HistoriaCompletamente Pois isso e uma novidade Pra mim que Gosto Tanto Do marley ainda mais De saber Que ele se converteu Se tiver como ainda manda pra mim no emailmarcinhotostes@gmail.com abraçao….

por Marcio Ras Julho 15, 2009 at 2:01 pm

EU TENHO O LIVRO QUE A ENFERMEIRA QUE CUIDOU DE CAZUZA ESCREVEU.É ÓTIMO.ELA CONTA COMO EVANGELIZOU CAZUZA E COMO ELE ACEITOU JESUS ANTES DE MORRER.

por GILBERTO DANTAS DA SILVA Setembro 6, 2009 at 5:32 pm

EU TENHO O LIVRO QUE A ENFERMEIRA QUE CUIDOU DE CAZUZA ESCREVEU.É ÓTIMO.ELA CONTA COMO EVANGELIZOU CAZUZA E COMO ELE ACEITOU JESUS ANTES DE MORRER.

END;PÇ PARANAGUÁ 37, CONJ. SANTARÉM
NATAL/RN
CEP;59124-190

por GILBERTO DANTAS DA SILVA Setembro 6, 2009 at 5:35 pm

é uma pena que os meios de comunicação não divulgue uma notícia tão extraordinária como essa: a conversão de cazuza. passa sim, como passou um filme sobre ele onde ele faz tudo que não presta. mas contar sobre a sua conversão, sobre seu encontro real com Jesus, isso a tv não mostra. é um livro magnifico. nome da enfermeira que ganhou ele para Jesus é ANA MARIA DA COSTA.gostaria muito de saber se ela ainda vive. um abraço. e repito é um livro maravilhoso.onde prende agente do começo ao fim. esse eu assino embaixo. ass. gilberto dantas

por Gilberto Dantas da silva Outubro 4, 2009 at 12:48 am

Oi! Realmente é verdade a conversão de Cazuza e a mãe dele,Lucinha Araujo, gostava muito da presença da enfermeira Ana Maria da Costa. Infelizmente a própria editora A.D.Santos não relançará mais o livro,como eles mesmo afirmaram há alguns anos, assim, só quem teve o privilégio de ler é quem tem algum exemplar da 1ªedição que só teve tiragem de 3.000exemplares. Eu mesma só consegui após 2 anos um exemplar já usado.Pensando nisso estou passando o livrono scanner para que todos possam baixar de graça pelo site 4shared e ter a oportunidade de conhecer as palavras de Cazuza antes de partir para a morada celestial.

por Aline Outubro 14, 2009 at 7:12 pm

Livro Fiz Parte desse ShowOI!!

SCANEEI O LIVRO “FIZ PARTE DESSE SHOW” CLICK NA IMAGEM AO LADO E FAÇA O DOWNLOAD.

 

por Aline Outubro 24, 2009 at 8:53 pm

C. S. Lewis… O que penssava!?!?

•outubro 23, 2009 • Deixe um comentário

Dando uma volta pelo Twitter encontrei uma frase que me chamou a atenção; ele dizia o seguinte: “Quando é preciso suportar a dor, um pouco de coragem ajuda mais do que muito conhecimento.”

Esta prontamente  aguçou minha curiosidade e fui de imediato ver do que/de quem se tratava… e para minha agradável surpresa era ninguém mais ninguém menos que C. S. Lewis, resolvi então deixar por aqui alguns de seus pensamentos…

Ah!!! Se você desejar manter contato comigo no Twitter meu endereço é WWW.twitter.com/rafaelkruger #tenhodito hehehe…

Demônios
Há dois erros idênticos e opostos nos quais nossa espécie pode cair acerca dos demônios. Um é não acreditar em sua existência. O outro é acreditar e nutrir um interesse excessivo e doentio neles. Os próprios diabos ficam igualmente satisfeitos com ambos os erros e saúdam o materialista ou o mágico com o mesmo deleite.

Deus no centro
Só existe um único ser bom, e esse é Deus. Tudo o mais é bom quando olha para Ele e mau quando se afasta dele.

O amor de Deus
Quando é preciso suportar a dor, um pouco de coragem ajuda mais do que muito conhecimento, um pouco de simpatia humana tem mais valor do que muita coragem, e a menor expressão do amor de Deus supera tudo.

Humildade
A humildade perfeita dispensa a modéstia.

No fio da navalha
Num certo sentido, tão obscuro para o intelecto quanto insuportável para os sentimentos, podemos ser banidos da presença daquele que é onipresente e apagados da memória daquele que é onisciente. Podemos ficar totalmente, absolutamente de fora — repelidos, exilados, separados e eterna e indizivelmente ignorados. Por outro lado, podemos ser convidados, acolhidos, recebidos, reconhecidos. Andamos todos os dias no fio da navalha, entre essas duas incríveis possibilidades.

Amor verdadeiro
Nossa caridade deve ser um amor autêntico e precioso que se ressinta fortemente do pecado, mas ame o pecador — não mera tolerância ou indulgência que parodie o amor, como a leviandade parodia a alegria.

Tudo é transitório
Qualquer moralista nos dirá que o trinunfo pessoal de um atleta ou de uma dançarina é certamente provisório, mas o principal é lembrar que um império ou uma civilização são também transitórios.

Fonte: Revista Ultimato, Edição 255 – Novembro-Dezembro 1998

Lewis também pensava “naquilo”

A letra e o espírito das Escrituras, e de todo o cristianismo, nos proíbem de supor que a vida na nova criação será sexuada; e isso reduz nossa imaginação a duas alternativas embaraçosas: corpos dificilmente reconhecíveis como humanos, ou um jejum perpétuo. Com relação ao jejum, penso que nossas atuais perspectivas sejam como as de uma criança que, se lhe contam que o ato sexual representa o mais elevado prazer físico, pergunta prontamente se é possível comer chocolate ao mesmo tempo. Ao receber uma resposta negativa, quem sabe ela passe a associar a sexualidade basicamente à ausência de chocolate. Seria inútil tentar lhe explicar que, em seu êxtase sexual, os amantes não estão interessados em chocolate, pois têm algo melhor em que pensar. O menino conhece bem o chocolate, mas nada de positivo que possa excluí-lo. A nossa situação é a mesma. Conhecemos a vida sexual; não conhecemos, exceto por vislumbres, aquilo que, no céu, não deixará espaço para ela. Assim, onde a plenitude nos aguarda, antecipamos o jejum. Negar que a vida sexual, como a entendemos agora, possa fazer parte da bem-aventurança final, não é necessariamente supor que a distinção entre os sexos irá desaparecer. Supõe-se que tudo que não for mais necessário para propósitos biológicos talvez sobreviva por seu esplendor. A sexualidade é o instrumento tanto da virgindade como da virtude conjugal; nem homens, nem mulheres terão de lançar fora as armas que vinham empregando com sucesso. Só os derrotados e fugitivos têm de lançar fora as suas espadas. Os vitoriosos desembainham as suas e as mantêm erguidas. “Além-do-sexual” seria um termo melhor do que “assexuada” para a vida no céu.

Fonte: devocionário Um Ano com C. S. Lewis

Jesus: Deus, louco, ou demônio

Carta de uma mãe

•outubro 20, 2009 • 1 Comentário

Anapolis, 29 de setembro de 2009.

Querido pastor Caio Fábio,

Eu sou uma mãe que acaba de perder uma filha linda, maravilhosa de 26 anos,  com apenas cinco meses de casada… Hoje faz sete dias que a perdemos…

Ela era poesia, cor, música e sensibilidade…

Nós somos uma família que conheceu Jesus quando as nossas três meninas  tinham entre três e oito anos. Passamos por grandes lutas e desafios e congregamos na igreja presbiteriana do setor sul de Anápolis com o PR Ronaldo Cavalcante.
Caio Fabio, seguimos os seus passos todas as vezes que você esteve por aqui.

Quarta feira passada por volta das 13 horas meu marido me falou que tínhamos  que ir para Goiânia porque a nossa filha do meio, a polyanna, tinha desaparecido…a minhas pernas sumiram….mas eu levantei e entrei no carro para ir para Goiânia pois ela morava lá e estava casada e feliz…..
Apenas com 26 anos a publicitária mais conhecida da cidade por causa da sua alegria e capacidade de incentivar empresários a acreditarem em seus próprios negócios.
Os homens da família foram para a delegacia… e nós as mulheres da família ficamos 30 horas orando, clamando a deus e esperando o pedido de resgate, tendo em vista que o caro já havia sido encontrado com seus pertences dentro e o mesmo havia sido queimado para apagar provas e digitais, dificultando o trabalho da policia…
Oramos sem cessar e ouvimos, e lemos a Palavra; e tivemos a certeza de que o resgate seria pedido e esperamos que ela voltaria para nós e com sua tremenda capacidade poética e criativa e como uma menina apaixonada por Jesus ainda escreveria um livro para promover quebrantamento e conversão em muitas vidas….
A única palavra que eu queria ouvir nestas 30 horas de vigília e emoção, aflição e angustia profunda era: “a encontraram”…; ou um toque de telefone com o com o pedido de resgate…

Finalmente alguém entra naquela casa onde estávamos amigos e parentes amontoados na sala escorregando do sofá para o chão, então ouvimos: “achou”, mas foi encontrada morta com dois tiros…

Acabei de ler sobre o amor de pai que agradece a deus por saber que seu filho, para ficar livre desse mundo, tenebroso chamado por Jesus… Não consigo neste momento ter este sentimento de gratidão porque tendo certeza de que não era esse o desejo dela também…
Nós todos estávamos fazendo uma campanha de oração e eu sei quais eram os planos dela para o futuro… Planos de paz, de criação, de crescimento, para que o mundo conhecesse o talento gratuito que deus lhe deu…

Não posso considerar que a minha não aceitação é egoísta… ela queria viver aqui com o seu querido marido a lua de mel que a esperou por 8 anos, ela queria ter filhinhos e levá-los para jogar bola com o avô que não teve meninos, só meninas, ela queria realizar sonhos comunitários.

No ano passado ela criou um site: www.amigoinedito.com.br para movimentar os internautas a fazerem boas ações e registrarem seus depoimentos neste site.
E agora… Eu entendi a resposta que deram para o “mano”, mas voltar a falar com deus esta difícil demais…

Ainda não sabemos quem foi o sujeito que atirou nela, mas eu não posso acreditar que foi vontade de deus… se foi o ódio do inimigo das nossas vidas eu pergunto por que Jesus deixou assassinos interromperem a caminhada de uma mensageira de Deus ???

_______________________________

Resposta:

Minha irmã amada: Graça e Paz!

*Do meu ponto de vista…*, Adão não deveria ter pecado; Caim não deveria ter matado Abel; os filhos de Caim não deveriam ter construído Babel; Cão não deveria ter “abusado” na nudez do pai, Noé; Abraão não deveria ter gerado filho de sua serva, Hagar; Jacó não deveria ter enganado Esaú e nem
Esaú deveria ter trocado a “bênção” por um prato de lentilhas; os filhos de Jacó não deveriam ter traído José; Moisés deveria ter entrado na Terra de Canaã; a filha de Baraque não deveria ter sido morta pelo voto do pai; Sansão não deveria ter morrido daquele jeito; Davi não deveria ter surtado
nunca; e, por isto, não deveria ter perdido nenhum filho; Isaías não deveria ter sido serrado pelo meio; a mulher de Ezequiel não deveria ter sido morta como parábola para ensinar os incrédulos; Oséias não deveria ter sido tão infeliz no casamento; os inocentes deveriam ter sido poupados em todas as chacinas; nenhuma criança deveria ter morrido pela ambição dos adultos;
nenhuma mãe jamais deveria ter comido seus filhos no auge da fome; João Batista deveria ter vivido vida longa e honrada, ao invés de acabar sem cabeça em razão de uma bunda bonitinha; Jesus, O Verbo, A Palavra, não deveria ter sido morto; a Ressurreição não deveria ter sido tão discreta…;
os apóstolos, como Tiago irmão de João, não deveriam ter sido mortos por nenhum capricho [e todos foram...]; Paulo não deveria ter sido morto justamente quando os cristãos mais precisavam dele; milhares de testemunhas também nunca deveriam ter morrido uma morte sem sentido, banal; enquanto os maus prosperam; enquanto a injustiça foge do juízo; enquanto a verdade é
pisoteada; enquanto a maldade se torna poder; enquanto gente boa some… sem  explicação…

Sim, entregue a minha visão menor do que a de uma ameba e mais egoísta do que eu mesmo consigo discernir a profundidade do egoísmo, eu poderia consertar o mundo; impedir todas as injustiças; ajudar Deus a ser Deus; determinar o melhor pro mundo, pros meus filhos, pra minha vida; enfim, eu,
entregue a mim mesmo, seria tão cheio de boas idéias…, que ninguém que eu amasse morreria; sim, ninguém…; e se morresse seria com meu consentimento, entendimento, compreensão e apoio a Deus na Sua soberania!…

Ah, se eu fosse o Deus do mundo ninguém morreria; ou, então, ninguém que eu gostasse; e, da minha casa, certamente ninguém morreria; não enquanto eu estivesse vivo…

Eu, todavia, há muito aceitei e vi que de fato não vejo; percebi que de fato não discirno; entendi minha limitação de entendimento; constatei que meu melhor amor é ainda por mim mesmo e por meus sonhos; aprendi que meus amores são “meus” e por “minha causa”; pois, morre o vizinho, e não sinto; morre o jovem da esquina, e logo esqueço; milhares são vitimados, e eu apenas lamento; o mundo acaba em vários lugares da terra, e eu agradeço que não seja AQUI…; e, aqui, é onde moro, vivo; e AQUI não posso conceber que aconteça o que no mundo inteiro acontece…

*O que não dá é para sofrer em nome de sua filha os sofrimentos que ela não está sofrendo…*

Sim, pois você queria ver a sua filha casada e feliz no casamento; tendo filhos; se realizando profissionalmente; etc… Esses são os seus sonhos e um dia foram os dela… Mas saiba: AGORA já não são [...] mais sonhos dela, mas apenas seus [...] por e para ela…

Hoje, para ela, o melhor marido é nevoa perto da Glória; a melhor lua de mel é amarga se comparada à alegria dela; os filhos mais lindos são miragens quando comparados aos encontros de amor que ela está tendo; as realizações profissionais que lhe orgulhariam, hoje, agora, para ela, são as canseiras e
os enfados que cessaram…
*O problema é que você não teve tempo para se realizar nela!…*

É claro que a dor é indescritível… E ninguém pode dizer que não conheço tal dor… Mais de uma vez…

Todavia, é como pai que perdeu filho; como filho que perdeu pai; como irmão que perdeu irmão; como amigo que já perdeu milhares de amigos, que lhe digo que meus sentimentos seriam todos como os seus, não fosse o fato de que discerni faz tempo, que a maior dor dos enlutados é ainda egoísmo pelo outro [...] cuja alegria está plena, mas não a nós…; e, também, vi que tais sentimentos são todos o resultado de minha vontade de me ter nos meus filhos, de me reproduzir neles e assistir tal fato; ou seja: descobri com toda honestidade que minha frustração era não poder gozar a vida neles [...], nos que foram…

Entretanto, hoje, o que lhe digo parece sem coração e fácil de dizer…

Mas não é…

O que é então que me faz dizer o que digo?…

Ora, é a simples coerência com a fé que professo; é a simples coerência com Jesus; é a simples coerência com a existência que mata os homens dos quais o mundo não é digno; é coerência com João Batista, que não era inferior ao meu filho Lukas, e, mesmo assim, morreu por um capricho…

O que posso lhe dizer é que somente a transcendência da fé que se projeta para a Vida que é, sim, somente tal poder pode nos fazer vencer tal dor; a qual, por mais legitima que seja, sempre mistura amor e egoísmo; sempre mistura fé com privilegio; sempre crê que a vida eterna é uma belezinha
apenas para quando a gente estiver caquético…

Leia os evangelhos e veja se é justo você pensar que a vida dos discípulos de Jesus esteja para além da calamidade!…

Sei que no momento minha resposta chega a você como vinagre na ferida…
Infelizmente, no entanto, não tenho consolações vazias; e nem digo a ninguém o que Jesus jamais disse… Jesus nunca consolou ninguém dizendo “Que Pena! Tão Novinho!”…

Na realidade, ao olhar o mundo, mais creio e internalizo como verdade a declaração que diz que é preciosa aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos!…

O que eu digo [...] você não entende agora, mas compreenderá depois!…

É justo e sadio chorar os nossos amados…

O que não é certo é perguntar por que em mundo que mata tanto todos os dias, gente que amemos também possa e venha a morrer?…
Além disso, o fato de ter sido um seqüestro seguido de assassinato, do ponto de vista de Jesus, não muda nada; posto que Lhe tenham falado das desgraças e maldades praticadas por Pilatos, ou do acidente idiota na Torre de Siloé, e, a tais narrativas, Ele não acrescentou nada em especial; visto que Dele não se tenha havido um “Oh!”; ou um “Ô”; ou um “Que coisa!”…

Não! Ele apenas disse: “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis!”…

*O fato é que Jesus não tem misericórdia e pena por ninguém que esteja partindo desse mundo para a morada do Pai!*

Você teria?…

Sinto saudades… Choro… Abraço as memórias… Beijo meu filho no meu coração todos os dias… Mas não o traria de volta se pudesse… Sim, jamais desejaria a ele tal maldade de tê-lo de volta a esse mundo, uma vez que dele meu filho esteja livre para sempre…

*Você acha mesmo que o sucesso Publicitário é para comparar com o nome dela publicado no Livro da Vida?…*

*Seu olhar está enterrado neste mundo, e, por isto, fica impossível hoje para você o alegrar-se na Glória de Deus!*

Entretanto, eu lhe digo:…

Se tais “perdas” não nos projetarem para Deus pelo menos pelo afeto eternizado por filhos que já se foram para a Casa Eterna, pergunto: quando então se amará a eternidade ainda vivendo neste mundo?…
*
Será que um crente só deseja e celebra a eternidade quando o câncer já comeu tanto os órgãos, que a dor é tão desesperadora que a pessoa quer ir para Deus não por Deus, mas apenas para ficar livre da dor?…

É mesmo assim?…

Deus é apenas uma alternativa ao desespero da dor sem cura neste mundo?…*

*Ora, se é assim Deus ainda não é amado por nós!…*

Chore! Chore! Chore! Pois dói demais!…

Mas chore enquanto vê sua filha em Glória; e, portanto, ao chorar, chore por você e não por ela; posto que se ela visse você lamentando a gloria dela, ela lhe diria:

*“Mãe! Você não viveu para a minha felicidade?… Então, por que se entristece com minha plenitude em Deus?”*

Além do que já disse, não tenho nada para dizer a ninguém e nem a você, minha amada irmã no Evangelho e no luto!…

Entretanto, sei que somente o Espírito Santo pode tornar alguém apto para discernir [...] e se consolar com tais realidades invisíveis…

Oro por você e pela sua casa… Oro pelo seu genro… Oro para que vocês se gloriem na esperança da glória de Deus, conforme se mande que seja para quem de fato crê em tudo o que confessa como fé em tempos de bonança…

Receba meu amor e minha solidariedade!

*Nele*, que ama nossos filhos mais do que em nosso egoísmo a gente consegue conceber o que seja amor,

Caio

30 de setembro de 2009
Lago Norte
Brasília – DF

O Messias entre nós

•outubro 19, 2009 • Deixe um comentário

entre nos

O projeto multimídia “Journeys With The Messiah”, do fotógrafo Michael Belk, traz a figura de Cristo inserida em circunstâncias e cenas contemporâneas. Cada foto é referenciada com textos que trazem reflexões do autor a partir de versículos bíblicos. As belas imagens contextualizam o ensinamento do Evangelho para o mundo moderno e, por isso mesmo, trazem consigo, além do apelo artístico, um tom crítico e polêmico. “The Second Mile”, por exemplo, que mostra Jesus conversando com um oficial nazista, tem gerado espanto em algumas lideranças religiosas.

Belk, reconhecido fotógrafo de moda, fez as fotos em Sassi di Matera, mesma cidade italiana onde Mel Gibson filmou “A Paixão de Cristo”. Ele encontrou um ator italiano com traços bem característicos para fazer o papel de Jesus. A coletânea de imagens, disponível também em livro e em DVD, deve rodar o mundo em exposições. O Brasil está no itinerário.

Confira no site do projeto todas as fotos de “Journeys With The Messiah”.

Fonte: www.thejourneysproject.com / www.rockcristao.com.br

Festa dos Tabernáculos 3 á 9/10

•setembro 30, 2009 • Deixe um comentário

sucot/tabernaculosSucot (em hebraico סוכות) é a festa das Cabanas ou Tabernáculos e que celebra a proteção de D’us aos israelitas durante os 40 anos de êxodo no deserto após saírem do Egito. É a primeira das três festas judaicas (Sucot, Pessach e Shavuot) e ocorre cinco dias após o Yom Kipur. É comemorado dos dias 15 a 21 de Tishrei e que neste ano de 2009, de acordo com o calendário ocidental, cairá entre os dias 03 e 09 de outubro.

História e origem
Historicamente é um festejo agrícola realizado pelos camponeses em ação de graças pela colheita e o transporte dos frutos ao Templo de Jerusalém.

A origem e o significado de Sucot encontram-se na Torá em Vayicrá/Levítico 23:33-43: “E o Eterno falou a Moshê (Moisés), dizendo: “Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos 15 dias deste 7º mês será a festa de Sucot [cabanas], por sete dias, ao Eterno. No primeiro dia haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis. Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao Eterno; no 8º dia haverá santa convocação para vós, e oferecereis ofertas queimadas ao Eterno; é dia festivo no qual D’us vos retém [Atseret], nenhuma obra servil fareis… E tomareis para vós, no primeiro dia, o fruto da arvore formosa (Etrog), palmas de palmeiras, ramos de murta e de salgueiro de ribeiras, e vos alegrareis diante do Eterno, vosso D’us, por sete dias. E a celebrareis como festa ao Eterno por sete dias a cada ano; isto é estatuto perpétuo pelas vossas gerações; no sétimo mês a celebrareis. Nas cabanas habitareis por sete dias; todo natural de Israel habitará nas cabanas. Para que as vossas gerações saibam que nas cabanas fiz habitar os filhos de Israel, quando os tirei da terra do Egito, Eu sou o Eterno vosso D’us”.

E também em Devarim/Deuteronômio 16:13-15: “A festa de Sucot [cabanas] farás para ti 7 dias, quando tiveres recolhido os produtos da tua eira e de tua vindima. E te alegrarás na tua festa – tu, teu filho, tua filha, teu servo, tua serva, o levita, o peregrino, o órfão e a viúva, que estão nas tuas cidades. Sete dias festejarás a festa para o Eterno, teu D’us, no lugar que escolher o Eterno; porque o Eterno, teu D’us, te abençoará em todos os teus produtos e em toda obra de tuas mãos, e estarás certamente alegre”. Veja também Bamidbar/Números 29:12-38.

O feriadosucot/tabernaculos1A festa de Sucot representa dias de alegria. Durante todo o período, asinagoga se mantêm ornamentada com vegetação natural.

Nas residências, os israelitas devem construir e permanecer em uma

cabana temporária chamada sucá, que rememora o tempo em que os hebreus moravam em cabanas durante os 40 anos de travessia entre o deserto e a Terra Prometida.

A sucá deve ser erguida nos dias que compreendem o

Yom Kipur e Sucot, devendo ter espaço suficiente para que as pessoas possam sent

ar-se e comer em seu interior. Tal procedimento não é obrigatório para mulheres e crianças, mas normalmente participam. A cabana é adornada com frutas e plantas e as crianças podem participar da decoração, enfeitando-a com desenhos que simbolizam a comemoração.

O teto da cabana deve possuir aberturas através das quais seja possível ver o céu, dessa forma, o judeu manifesta seu desejo de se colocar diretamente sob a proteção divina.

Durante os sete dias em Israel, e oito na diáspora, devemos fazer pelo menos, uma refeição por dia na sucá. Outros vão mais além, e fazem todas as refeições e dormem na sucá, desde que as condições meteorológicas o permitam.

Em Israel, sete tipos de alimentos são colhidos na época de Sucot e muitos penduram exemplares de cada um no teto da sucá para simbolizar a colheita. São eles: azeitona, cevada, figo, romã, tâmara, trigo e uva.

A folha de palmeira (lulav) é amarrada com salgueiro e murta. O etrog (fruta cítrica, cuja árvore no qual brota tem o mesmo sabor que seu fruto) é usado em preces e cerimônias de Sucot. Uma tradição judaica conta que a palmeira representa a espinha, a murta os olhos, o salgueiro a boca e o Etrog o coração, mostrando a veneração a D’us com todo o corpo. Cada uma das “Quatro Espécies” representa um tipo diferente de judeu. O fato da mitzvah exigir todos os quatro tipos simboliza nossa unidade como povo: todos nós precisamos uns dos outros. E as “Quatro Espécies” são sacudidas em todas as direções, para baixo e para cima, significando que D’us está em toda parte.

Como o Festejo de Sucot coincide com a temporada das colheitas em Israel, D’us é exaltado não só pelas orações como também pelo uso dos frutos da terra, sendo assim, todas as manhãs ao longo do feriado, são levadas à sinagoga as quatro espécies de plantas, onde uma benção especial é recitada sobre elas. Cada qual com o seu simbolismo descrito abaixo:

sucot/tabernaculos2 Aravá (salgueiro) – sem paladar e sem perfume, mas resistente a intempéries, representa as pessoas teimosas que não são dotadas de inteligência e nem se esforçam para melhorar.

Etrog – possui aroma e paladar, simbolizando a pessoa perfeita, inteligente e de bom coração.

Hadass (murta) – oferece aroma, mas não possui sabor, como as pessoas humildes que, apesar de não possuírem cultura, são boas e prestativas.

Lulav (palmeira) – tem fruto, mas não possui sabor, simbolizando as pessoas vaidosas que são dotadas de inteligência, mas não as põe em prática e nem as transmite a ninguém.

A festa de Sucot termina com uma comemoração à parte, quando se conclui a leitura anual do Pentateuco com uma celebração de Regozijo da Torá (Simchat Torah).

Benção das Quatro Espécies
Posicionado na direção de Jerusalém, segura-se na mão direita o lulav com hadass e aravá (a espinha do lulav deve estar a sua frente) e recita-se a bênção:

Baruch atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu al netilat lulav.

Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos, e nos ordenaste pegar o lulav.

Ao fazer a bênção das “quatro espécies” pela primeira vez, recite a seguinte bênção após a bênção anterior, antes de juntar o etrog com o lulav:

Baruch atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiánu lazeman hazé.

Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste a esta época festiva.

A seguir, apanhe o etrog na mão esquerda, mantendo lulav e etrog bem juntos e agitando-os levemente.

As movimentações são feitas três vezes em cada direção da seguinte forma:
1. para a direita
2. para a esquerda
3. para frente
4. para cima
5. para baixo
6. para trás

A cada movimento realizado, afastam-se as Quatro Espécies na direção especificada e são trazidas para junto do coração. Seguram-se as plantas com as duas mãos, sendo que o etrog deve ser completamente coberto com a mão esquerda; somente na terceira vez do último movimento o etrog é descoberto, enquanto o movimento é feito num ângulo maior do que nas duas primeiras vezes.

Horário de Acendimento das velas de Sucot

Cidades

02/10/2009

03/10/2009

Aracajú/SE

17:04hs

17:57hs

Belém/PA

17:44hs

18:36hs

Belo Horizonte/MG

17:36hs

18:31hs

Brasília/DF

17:50hs

18:44hs

Campo Grande/MS

17:19hs

18:14hs

Curitiba/PR

18:01hs

18:58hs

Fortaleza/CE

17:05hs

17:58hs

Goiânia/GO

17:56hs

18:50hs

Maceió/AL

16:57hs

17:51hs

Manaus/AM

17:31hs

18:23hs

Niterói/RJ

17:35hs

18:31hs

Petrópolis/RJ

17:35hs

18:31hs

Porto Alegre/RS

18:13hs

19:11hs

Porto Velho/RO

17:50hs

18:43hs

Recife/PE

16:53hs

17:46hs

Resende/RJ

17:40hs

18:37hs

Rio de Janeiro/RJ

17:35hs

18:31hs

Salvador/BA

17:10hs

18:04hs

São Paulo/SP

17:49hs

18:46hs

Teresópolis/RJ

17:34hs

18:30hs

Vila Velha/ES

17:22hs

18:17hs

Vitória/ES

17:22hs

18:17hs

13/10 – Acender minutos antes deste horário.

14/10 – Acender após este horário e utilizando fogo de uma chama pré-existente.

Para outras cidades, verificar horário aqui.

As bênçãos para o acendimento das velas

Baruch atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotáv, vetsivánu lehadlic ner shel Yom Tov.

Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste acender a vela de Yom Tov.

Baruch Atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiánu lazeman hazé.

Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste a esta época festiva.

Yom Kipur – Dia do Perdão

•setembro 24, 2009 • Deixe um comentário

YOMKIPURYom Kipur (em hebraico יום כיפור) é o mais importante e sagrado dos feriados judaicos, o “Shabat dos Shabatot”. É o dia da expiação ou do perdão, sendo assim, uma festividade solene caracterizada pelo jejum e o auto-exame. Em Yom Kipur, culmina os Dez “Dias terríveis” ou de Penitência que começam com o Ano-Novo judaico (Rosh Hashanah). É um dia de jejum que dura 25 horas, começando ao pôr-do-sol na véspera e continua até o cair da noite no dia seguinte. O Yom Kipur é celebrado em 10 de Tishrei e que neste ano, de acordo com o calendário ocidental, cairá no dia 28 de setembro de 2009.

História e origem
O feriado de Yom kipur foi instituído na época do segundo Templo pelos sacerdotes. Em seu início, celebrava a libertação do povo judeu das impureza rituais, mas atualmente, o seu significado é o de libertação do indivíduo e um dia de regeneração moral e pureza ética.

A origem e o significado do Yom Kipur encontram-se na Torá em Vayicrá/Levítico 16:29-31: “E isso será para vós por estatuto perpétuo; no 7º mês, no dia 10 do mês, afligireis as vossas almas, e vós não fareis obra alguma, nem o natural nem o peregrino que habitar entre vós. Porque neste dia se fará expiação por vós, para purificar-vos de todos os vossos pecados; diante do Eterno sereis purificados. Shabat de descanso total é para vós, e afligireis vossas almas; estatuto perpétuo”.

ORAÇÃOE também em Vayicrá/Levítico 23:26-32: “E o Eterno falou a Moisés, dizendo: “Mas aos 10 dias deste 7º mês é o Dia das Expiações [Iom Hakipurim]; convocação de santidade será para vós, e afligireis as vossas almas e oferecereis oferta queimada ao Eterno. E nenhuma obra fareis neste mesmo dia, porque é Dia de Expiações, para expiar por vós diante do Eterno, vosso D’us. Porque toda alma que não se afligir neste mesmo dia será banida de seu povo. E toda alma que fizer alguma obra neste mesmo dia, destruirei aquela alma do meio de seu povo. Nenhuma obra fareis; estatuto perpétuo será para vossas gerações, em todas as vossas habitações. Dia de descanso solene é para vós, e afligireis as vossas almas; aos 9 dias do mês à tarde, de uma tarde à outra, celebrareis o vosso dia de descanso”.

O feriado
Em Hosh Hashaná, D’us abre o livro da vida e da morte e julga uma grande parcela da humanidade. Mas Ele concede dez dias de interrupção para o arrependimento e ao fim do Yom Kipur, fecha novamente o livro, selando o destino de cada um para o ano vindouro. Aqueles que se arrependem dos seus pecados, recebem um feliz e bom ano novo. Mas esse período de julgamento não deve ser entendido como uma ocasião de angústia, pois os “dias terríveis” não possuem caráter de tristeza, pois D’us nunca é arbitrário em seu julgamento, sendo assim, deve-se confiar no poder do arrependimento e na benignidade Divina.

Véspera do Yom Kipur
O Yom Kipur é o dia de se pedir perdão por promessas quebradas ouPERDÃOpecados cometidos para com D’us. Já a véspera, é reservada para pedir perdão das promessas não cumpridas ou pecados cometidos contra o nosso semelhante. Sendo assim, D’us não concede automaticamente o seu perdão a todos, e só perdoa aqueles pecados cometidos contra Ele. Promessas ou pecados cometidos entre pessoas, deve-se pedir perdão diretamente contra a quem se pecou ou a quem ajudou a pecar.

A véspera do Yom Kipur é dedicada também à alimentação. Diz a tradição judaica, que aquele “que  come no nono dia de Tishrei e jejua no décimo, é como se tivesse jejuado os dois dias”. Nesse dia, deve-se concentrar em se alimentar bem e assim, preparar-se para o jejum.

Antes do pôr-do-sol, todos reúnem-se na sinagoga e os homens colocam o tallit, xale de orações, que normalmente não são usados à noite, até que se inicie o serviço de Yom Kipur ao cair da noite.

O serviço, jejum e proibições
A maior parte do feriado de Yom Kipur é passado na congregação em orações, súplicas, confissões coletivas e abstêm-se de ingerir qualquer alimento ou bebida, inclusive água. A essência do jejum é o arrependimento.

Além de comer e beber, não se pode também: usar loções, cremes ou perfumes, relações maritais, lavar-se ou tomar banho e vestir calçados de couro.

O jejum é obrigatório para todos os adultos, a fim de obter o perdão de D’us.

SINAGOGAO serviço de Yom Kipur é iniciado ao cair da noite com o Chazan (cantor litúrgico) recitando o Kol Nidrei que é repetido três vezes, sendo cada vez com voz mais alta. O Kol Nidrei recorda as perseguições sofridas sob a inquisição espanhola que forçou 150.000 judeus a abdicar a própria fé e compulsoriamente adotar o Catolicismo. Esse cântico é um apelo para os que abandonaram o judaísmo retornem para sua antiga fé e enfatiza a necessidade de manter votos e promessas, já que violar um juramento é um dos piores pecados. O auge do serviço ocorre ao final do Yom Kipur com a Neilá, que proporciona a última oportunidade para o arrependimento. Trata-se de uma oração que proclama o verdadeiro anseio do fiel em ser acolhido pela compaixão de D’us, que não deseja a condenação dos maus, nem a destruição do mundo, mas a sua conversão. O serviço litúrgico e a celebração do Yom Kipur é concluído ao proclamar sete vezes: “O S-nhor é D’us, o S-nhor é D’us!” e em seguida com o sopro do Shofar, reafirmando a soberana esperança de Israel em ver “a maldade se esvair como a fumaça e o Reino de D’us triunfante em todo o mundo (…) quando todas as criaturas humanas se agruparem num só feixe para cumprir a vontade de D’us com um coração perfeito”.

A Neilá é o único serviço litúrgico do judaísmo em que as portas do Heichal ou Aron Kodesh (a arca onde ficam guardados os Sifrei Torah, os rolos da Torah) permanecem todo tempo abertas, o que significa que estão abertas as portas do céu naquele momento.

SHOFAR

Ao se levantar para sair da sinagoga, é um costume um cumprimentar aooutro dizendo: L’Shana ha-baa b’Yerushalaim!, ou seja, no ano que vem, em Jerusalém. Aquele que foi cumprimentado dessa forma, responde: Amém.

Grande parte dos judeus, inclusive os que estão afastados, costuma observar o Yom Kipur, seja em sua totalidade ou parcialmente, indo a sinagoga. Trata-se da única celebração judaica que não possui qualquer significação histórica, tendo somente um sentido essencialmente religioso.

Vidui
Ou confissão, é uma parte de suma importância na liturgia de Yom Kipur e que relaciona todo tipo de pecado, alguns dos quais, poderia-se nem pensar em cometê-los, mas mesmo assim, solicitamos a D’us o perdão por esses pecados, já que no Vidui falamos em nome de todos os judeus, não apenas por nós próprios. Ele nos auxilia a meditar sobre os pecados cometidos e confessá-los verbalmente, sendo parte do arrependimento ao se solicitar o perdão de D’us.

Vidui

VIDUIElohênu velohê avotênu, tavô lefanêcha tefilatênu veal tit’alam mitechi natênu, sheên anu aze fanim ukshê óref lomar lefanêcha Adonai Elohênu velohê avotênu tsadikim anáchnu velo chatánu, aval anachnu vaavotênu chatánu.

[Ao citar cada uma das confissões a seguir, deve-se bater levemente sobre o coração o punho direito e cerrado].

Ashámnu, bagádnu, gazálnu, dibárnu-dófi. Heevínu vehirshánu, zádnu, chamásnu, tafálnu-shéker. Iaátsnu ra, kizávnu, látsnu, marádnu, niátsnu, sarárnu, avínu, pashánu, tsarárnu, kishínu-óref. Rashánu, shichátnu, tiávnu, taínu, titánu.

Sárnu mimitsvotêcha umimishpatêcha hatovim velo sháva lanu. Veata tsadic al col haba alênu, ki emet assíta, vaanachnu hirshánu.

Vidui em português

Nosso D’us e D’us de nossos pais, que a nossa oração chegue até a Tua presença. Não te esquives de aceitar nossas súplicas, pois não somos tão arrogantes e obstinados a ponto de declarar, diante de Ti, Eterno, nosso D’us e D’us de nossos pais, que somos justos e que não pecamos. Mas, pelo contrário, nós e nossos antepassados pecamos.

Pecamos, traímos, roubamos, falamos em linguagem vil. Cometemos iniqüidades e praticamos o mal, pecamos intencionalmente, praticamos atos de violência, forjamos falsidades. Aconselhamos ao mal, mentimos, escarnecemos, rebelamo-nos, blasfemamos, juramos em vão e falsamente, transgredimos, oprimimos, fomos obstinados. Agimos mal, corrompemos, procedemos abominavelmente, desencaminhamo-nos, enganamos.

Desviamo-nos dos Teus bons preceitos e das Tuas ordenações, e isso não nos trouxe proveito. Mas Tu és justo em tudo quanto vem contra nós, pois Tu fizeste a verdade e nós praticamos o mal.

Kol Nidrei

KOL NIDREIO Kol Nidrei tem início com o chazan posicionando-se à frente da Arca Sagrada. Ele se coloca no papel de Shaliach Tzibur – mensageiro da congregação – para “defender” a causa de seus “clientes” perante D’us, nosso Juiz. Dois homens ou mais da congregação, cada um com um rolo de Torá em suas mãos, posicionam-se ao seu lado. É um tribunal simbólico onde todos agem de acordo com o “processo legal” para a anulação de votos estabelecidos por nossos sábios.

De maneira solene, envoltos em talit, os três representantes da congregação declaram:

“Pela autoridade que nos foi dada pela Corte Superior e pela autoridade que nos foi dada pela Corte Inferior, com a permissão de D’us – Abençoado seja Ele – e com a permissão desta sagrada congregação, consideramos lícito rezar com os transgressores”.

Após estas palavras o chazan entoa o Kol Nidrei. “Todos os votos, as proibições, os juramentos, as anátemas, as interdições, os empenhos e os compromissos que a nós mesmos impusermos, seja por voto solene, juramento, anátema ou auto-proibição, a partir deste Yom Kipur até o próximo Yom Kipur, que vem a nós em paz – todos eles são declarados sem valor e considerados completamente nulos, não ocorridos e inexistentes. Nossos votos não são votos, nossos compromissos não são compromissos e nossos juramentos não são juramentos.”

O texto revela a inquietação do ser humano ao se dar conta dos votos que não foram cumpridos, das obrigações quem sabe esquecidas, de valores e lealdades traídas. Mas a melodia parece afirmar o desejo de refazer seu caminho e reparar o mal feito.

O texto é repetido três vezes.

***

Vaydaber Adonai el Moshê lemor: Daber el Aharon veel banav lemor: “Cotevarechu et Benê Yisrael, amor lahêm: ‘Yevarechechá Adonai, veyishmerêcha. Yaer Adonai panav elêcha,vichunêca. Yissá Adonai panav elêcha, veyassêm lechá shalom.’ Vessamu et shemi al Benê Yisrael, va’Ani avarechêm.”

Tradução:

D’us falou a Moshê, dizendo: Fala a Aharon e a seus filhos, dizendo:“Assim abençoareis os Filhos de Israel’, dizendo-lhes: ‘Adonai te abençoe e te guarde. Faça Adonai resplandecer Sua face sobre ti e te agracie. Dirija Adonai Sua face sobre Ti e te dê paz.’ Eles colocarão Meu nome sobre os Filhos de Israel; e Eu os abençoarei.”

Vestes Ministeriais – PdD

•setembro 21, 2009 • Deixe um comentário

AS VESTES

banner mcotzhl vestes

“.. Segundo tudo o que Eu te mostrar para o modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis assim mesmo O fareis (Êxodo 25.9).

1. Puras (Eclesiastes 9.8) Suas vestes devem ser alvas, ou seja, puras. A roupa de um ministro não pode ser sensual, principalmente as irmãs; cuidado com os decotes, transparências, marcas (roupas justas, além de marcarem o corpo, impedem os movimentos). Façam roupas decentes, mas não só na hora de ministrar, suas vestes devem ser puras principalmente quando você não está ministrando. As pessoas observam seu testemunho, e Deus se entristece quando você age de uma forma na igreja e de outra fora da igreja, como se Deus não estivesse vendo você em todos os momentos e isso é um erro grave nas equipes, que precisamos estar concertando.

2. Essas vestes não são suas, são de Deus e para Deus (Lev. 16.4). Podemos observar nesse texto que as vestes dos sacerdotes eram algo sagrado mesmo, usadas em momentos específicos, no caso citado acima era uma ocasião extremamente importante, o Dia da Expiação, o dia mais santo no calendário do antigo testamento. E o Dia da expiação começava com o sacerdote se banhando e se vestindo.Sabe, quando você entender que tudo o que você tem é de Deus, e você é apenas um mordomo, você não terá nenhum problema em semear, em seguir as direções que Deus vai te dar, muitas pessoas pagam por suas roupas nos ministérios, e depois se acham donas delas, eu ofertei, eu controlo! Ungem a roupa, consagram a Deus, mas percebo que em alguns é tudo da boca para fora, no momento em que o líder tem uma direção para que outro da mesma equipe use a roupa, ou até mesmo de outra equipe, a pessoa logo se manifesta dizendo: “Eu que paguei essa roupa, ninguém toca”.

Em nosso ministério, e na maioria dos ministérios das igrejas, as próprias pessoas confeccionam suas roupas, e sei que não é fácil nem barato, mas sempre, desde o começo aprendemos o principio de ofertar, de entender que essa veste acima de tudo é para adorar o Senhor! Não para que as pessoas vejam algo em nós, mas que a presença de Deus seja manifesta!

3. Deus quer te vestir com vestes de louvor. (Salmos 30.11) Deus quer vestir o nosso coração com vestes de louvor. Por mais bonitas que sejam as suas vestes, se o seu coração estiver triste, com rancor, amargura, não vai fluir; as vestes só complementam aquilo que está fluindo de dentro de você, e uma roupa bonita não vai conseguir esconder as suas iniqüidades.

E quando nós recebemos de Deus as vestes de louvor, mesmo quando estamos passando por alguma situação difícil, podemos dançar em Sua presença, pois confiamos que Deus é quem nos dá a vitória.

4. As vestes falam de nossa identidade ministerial: (Êxodo 29.5) Outro ponto importante que as pessoas sempre nos perguntam é: Como é o processo de confecção das vestes, a criação, quem desenha borda…Bem não há segredo, nem uma fórmula, o que sempre falo é que você deve abrir seu coração, peça a Deus e com certeza Ele vai te mostrar vestes maravilhosas também.

· Muitas pessoas falam comigo, que querem, mas na verdade muitas  vezes sinto que as pessoas querem algo pronto, não querem pagar um preço, e preferem realmente ficar pesquisando o que as outras pessoas estão fazendo, modificam um pouco, e já ficam satisfeitas, e isso bloqueia as coisas que Deus quer liberar para  você, lógico que podemos sim aproveitar uma idéia, mas sempre buscando em Deus o que Ele deseja para nós, no caso de nosso ministério, temos nos vestido das nações, sabe quando Deus nos mostrava as vestes no início, eu ficava assustada tinha hora, porque realmente era bem diferente das coisas que já tinha visto, mas como temos testemunhos que nossas vestes impactavam as pessoas, é um desafio mesmo seguir a vontade de Deus, mas quero te encorajar, a ser fiel naquilo que Deus tem falado ao seu ministério! Temos outras vestes que falam sobre santidade, pureza, justiça, fogo etc… tudo direcionado por Deus, nos menores detalhes que você imaginar, Deus tem compartilhado conosco.

5. E a questão financeira, como fica? Gostaria que em primeiro lugar você avaliasse como estão sendo as suas ofertas, você quer o melhor, então dê o seu melhor, queremos que as pessoas sejam tocadas para ofertarem em nosso ministério, mas muitas vezes nós mesmos não ofertamos, “Se você não acredita em seu ministério, e não investe nele, como você quer que os outros acreditem e invistam nele?”.

· Outro ponto importante é, não oferte nada se você quer ter o controle sobre o que ofertou, bem eu ofertei ao ministério então deve ser feito da forma que eu quero,não faça isso, precisamos entender que é um privilégio ofertar na casa de Deus, não um peso, não faça por obrigação e sim por amor.

Eu me lembro de quando eu estava ministrando no congresso “Nas Alturas”, Deus me direcionou a usar uma roupa como de princesa, e eu na época não tinha roupas assim, então procurei, uma pessoa que havia conhecido pelo telefone a uma semana antes, ela ainda não me conhecia pessoalmente, mas quando eu expliquei, ela me disse que Deus testificou em seu coração, então ela e a outra líder de sua equipe me levaram para a casa dela, abriram o guarda-roupa onde estavam os seus vestidos e me disseram: “Escolha o que você quiser!” Eu fiquei assustada, porque um vestido era mais bonito do que o outro, mas o que realmente me impressionou é que elas me ofereceram o que tinham de melhor, e ainda me maquiaram, me pentearam, colocaram em minha cabeça uma tiara linda, e depois eu descobri que elas nunca haviam emprestado nenhuma veste para ninguém, e só me emprestaram porque Deus realmente testificou em seus corações. E depois disso nos tornamos grandes amigas. Tenho muito a agradecer, pois Deus as usou para me ensinar muitas coisas, ministraram sobre minha vida que Deus iria abrir as portas, e profetizaram outras coisas que realmente aconteceram, me levaram em seus ensaios, e deram para mim o que elas tinham de melhor, e eu agradeço a Deus o dia em que Ele as colocou em meu caminho. E eu vejo como Deus honra aquele ministério, como supre todas as suas necessidades. Que tal fazer isso em seu mistério, marque um dia, para que todos tragam algo para semear uns nas vidas dos outros, e você verá como Deus vai tratar com cada um deles.

Todos os recursos financeiros estão liberados para você cumprir a vontade de Deus, desde a eternidade!

Mais alguns textos sobre vestes:

Êxodo 28.3 – Vestes sagradas para glória e ornamento.

Êxodo 28.4_ A riqueza de detalhes.

Êxodos 40.13 _ Eram sagrados e separados para algo específico.

Autor: Gisela M. Kohl Matos

Rosh Hashanah (01 e 02 de Tishrei 5770)

•setembro 19, 2009 • Deixe um comentário

shana továRosh Hashanah (em hebraico ראש השנה, que significa literalmente “cabeça do ano”) é a celebração do Ano Novo judaico, dia do julgamento divino (Yom HaDin) e aniversário da criação do mundo. Trata-se de um feriado de dois dias, que é celebrado em 01 e 02 de Tishrei, sendo este o primeiro dia do calendário judaico rabínico e o sétimo mês do calendário bíblico. No calendário gregoriano ocidental Rosh Hashanah cairá nos dias 19 e 20 de setembro de 2009.

roshhashanafig02A Torah em Vayicrá/Levítico 23:24, refere-se a este dia como o Dia do Toque (Yom Teruá): “Fala aos filhos de Israel, dizendo: No 7º mês, o 1º dia do mês será para vós descanso solene, memorial de toque de shofar, convocação de santidade”.

No Rosh Hashanah iniciam-se os “dez dias de mudança” ou “dez dias de penitência” chamados Aseret Yemei Teshuvá (em hebraico עשרת ימי תשובה) que culminam no Yom Kipur (Dia do Perdão ou da Expiação).

É um tempo de arrependimento, quando o Shofar (chifre de carneiro sem culpa) é soprado, para despertar os judeus e exortá-los a se voltar a D’us, já que nesse período o “livro da vida e da morte” é aberto e inscreve-se nele as boas e más obras que os homens e as nações realizaram ao longo do ano. Dessa forma, no decorrer desses dez dias, o destino de cada judeu para o ano vindouro é decidido, mas a decisão pode ser mudada para melhor, pois o decreto do Eterno só é selado no Yom Kipur.

Nesse sentido, a intenção do julgamento não é a condenação ou o castigo, mas o retorno dos pecadores a uma vida digna e a uma conduta segundo a Lei. Eis por que os sons do Shofar conclamam os fiéis a um minucioso exame de consciência: “Acordai-vos, vós que dormis, e pensai em vossos deveres. Lembrai-vos de vosso Criador e voltai para Ele em penitência”.

O caráter litúrgico do Rosh Hashanah é marcadamente messiânico: as orações invocam o advento do Reino de D’us, idade de ouro em que toda a humanidade reconhecerá a universal soberania do Eterno, verdadeiro e único. O sopro do Shofar anuncia, assim, a consumação da Criação com a vinda do Reino de D’us.

Os costumes e celebração de Rosh Hashanah
Conforme o costume pós-exílico, o Rosh Hashanah é celebrado durante dois dias, tanto em Israel quanto fora, como forma de se garantir que o mesmo seja comemorado no dia correto em todas as comunidades.

Por ser um Yom Tov, todas as proibições do shabat são aplicáveis tambémroshhashanafig03 em Rosh Hashanah, com exceção de carregar objetos, levar algo para a sinagoga, usar a eletricidade ou cozinhar/preparar comida. Entretanto, é realmente imprescindível evitar acender fogo; em vez disso, devemos acendê-lo de outro fogo já existente.

Na refeição familiar, uma maçã é mergulhada no mel para que o ano vindouro seja doce.

Outro costume é cumprimentar mutuamente com a seguinte expressão: “Que sejas inscrito para um ano bom” (em hebraico L’Shana Tová Tikatevu) ou simplesmente “um bom ano” (em hebraico Shana Tová).

Durante os 10 dias (Yomim Noraim – Dias de Temor) muitas orações (Selichot) e poemas religiosos (pyutim) são entoados junto com as orações cotidianas.

Tashlich

roshhashanafig04No 1º dia do Rosh Hashanah (ou no segundo, se o 1º for shabat) é costume ir-se a um local que possua massa de água e que existam peixes, seja a margem de um riacho, lagoa, oceano, e lá proferir uma oração chamada Tashlich, afirmando que jogamos nossos pecados na água, pois nos arrependemos sinceramente e queremos nos retificar. A prece deve ser proferida sacudindo as barras das calças, tsitsit e virando os bolsos para fora, livrando-se dos farelos, que representam os pecados. Se não houver massa de água nas proximidades, a oração poderá ser dita em frente de qualquer água corrente fora de casa, até mesmo uma fonte, chafariz ou torneira.

Por que o toque do Shofar?
A tradição hebraica nos fornece 10 motivos para o toque do Shofar no Rosh Hashanah:

Rosh Hashanah é o primeiro dos dez dias mais propícios do ano para se fazer Teshuvá (Arrependimento e abandono de práticas impróprias anteriores). O toque do Shofar comove a alma das pessoas para que reconheçam a D’us como Rei do Universo.

Rosh Hashanah sinaliza o início da Criação, quando D’us se tornou Reiroshhashanafig05do Universo. Da mesma forma que trombetas são tocadas no dia da coroação de um rei terreno, o Shofar é tocado para coroar o Todo Poderoso.

O Shofar recorda a entrega da Torah no Monte Sinai, pois as escrituras informam que pôde ser ouvido um estrondoso toque de Shofar. Desta maneira, recebemos sobre nós aquilo que nossos antepassados aceitaram no Sinai: “Naasê VeNishmá” – Faremos e ouviremos.

O shofar relembra a destruição do Templo Sagrado em Jerusalém (Beit Hamikdash) e os toques das trombetas que os inimigos dos israelitas soavam.

As palavras dos profetas foram comparadas ao toque do Shofar.

O Shofar também lembra o sacrifício de Yitzchak (Isaac), que estava disposto a entregar-se em sacrifício, mas, no último instante, foi substituído por um carneiro que tinha seus chifres presos num arbusto. Com o toque do Shofar, o povo de Israel recorda o mérito de seus ancestrais que deram a vida por causa da Torah.

O Shofar faz com que o homem tema a D’us, pois contém em si mesmo a capacidade de provocar temor.

A tradição judaica ensina que no dia do Grande Julgamento toques de Shofar serão ouvidos.

O retorno de todos os israelitas espalhados pelo mundo para a Terra de Israel será anunciado pelo Shofar.

O Shofar lembra-nos e confirma nossa crença na ressurreição dos mortos, que será feita através do toque do Shofar.

Fonte: http://www.judaismomessianico.net

judaismo messianico

A Verdadeira Santidade

•setembro 18, 2009 • Deixe um comentário

santidade 1A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)

Para que sejamos uma geração que marca na hora da conquista, é imprescindível que vivamos a verdadeira santidade. Ninguém, na história da igreja, fez grandes conquistas sem viver a verdadeira santidade.

Don Richardson foi um grande missionário do século XX. Numa das suas preleções, ele contou a história da conversão de um povo que vivia na Nova Guiné (um país que fica próximo à Austrália). Esse povo era conhecido como “Dunis”, e viviam, em pleno século XX, como se estivessem na Idade da Pedra. Eles jamais tinham tido qualquer contato com alguma pessoa civilizada, e portanto, nunca tinham tido contato com o evangelho. Uma característica dos “Dunis” que chamou a atenção dos missionários era que 90 a 95 por cento das pessoas daquele povo tinham menos do que cinco dedos nas mãos; alguns tinham apenas dois dedos na mão esquerda e três na direita. Aquilo intrigou os missionários, mas eles não obtiveram uma resposta para aquele fato até que morreu uma pessoa da tribo.

O ritual fúnebre praticado pelos Dunis era bastante singular. Os mortos não eram enterrados; eles eram colocados em uma grande mesa feita de pedras e ali eram queimados. Toda a família, desde o mais novo até o mais idoso, saía de diante da mesa de cremação e seguia em direção a uma mesa de madeira. Atrás dessa outra mesa ficava um membro da tribo com uma pedra bastante afiada nas mãos, e ali os membros da família do falecido estendiam uma das mãos, colocavam-na sobre a mesa e tinham uma das falanges do dedo cortada fora. Isso assustou os missionários, mas também os fez entender o porquê das pessoas terem menos de cinco dedos nas mãos: eles descobriram que essa prática se relacionava com a busca de Deus. Aquelas pessoas ansiavam por Deus, e imaginavam que Deus só se encontraria com elas depois de terem sofrido bastante. Por isso, sempre que possível, elas aumentavam seu próprio sofrimento.

Quantas pessoas não estão vivendo assim nos dias de hoje, buscando o sofrimento como um meio de se encontrarem com Deus, se esforçando em si mesmas para alcançarem a salvação e a santidade?

A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)

Paulo diz: Ora, como recebestes Cristo Jesus (…). Isso se deu quando aquelas pessoas ouviram e entenderam a graça de Deus (Cl 1.6), não mediante o esforço delas mesmas ou porque eram virtuosas, cheias de qualidades ou boas em si mesmas. Elas reconheceram que seus esforços, suas virtudes, suas boas obras e seus sofrimentos não acrescentavam nada para sua salvação; por isso, desistiram de tentar fazer alguma coisa e se entregaram completamente a Deus, mesmo vazias, derrotadas e frustradas consigo mesmas, porém confiantes de que se elas não puderam fazer nada para conquistar a salvação, Deus era poderoso para salvá-las. A salvação, portanto, caracteriza-se por um ato de entrega e de confiança no amor e na provisão de Deus. Só recebe a Cristo aquele que se esvazia de si mesmo, entregando-se completamente a Deus.

O texto continua, dizendo: Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele (…). Paulo fala aqui sobre dois processos que acontecem na vida do cristão: salvação e santificação. A salvação vem pela graça. E a santificação vem da mesma forma, segundo o texto. Portanto, é a graça de Deus que nos salva e nos santifica.

A verdadeira santidade

Como se expressa a verdadeira santidade? O apóstolo Paulo responde a essa pergunta de maneira muito didática. Primeiro, ele mostra comonão se expressa a verdadeira santidade, e depois faz o oposto:
Cl 1.8: “
Cuidado, que ninguém vos venha enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”. Para entendermos melhor o que Paulo está querendo dizer, é importante entendermos o significado da palavra “filosofia”. Aqui, filosofia não diz respeito aos pensamentos que excluem Deus, nem a um curso universitário. Josefo, um historiador do tempo dos apóstolos, disse: “Existem três formas de filosofia entre os judeus: os seguidores da primeira escola são chamados fariseus, os da segunda, saduceus, e os da terceira, essênios”. Assim, “filosofia”, no texto, significa qualquer tipo de conhecimento acumulado sobre Deus ou sobre qualquer outro assunto. Segundo Paulo, a verdadeira santidade não é comprovada pelo conhecimento que uma pessoa consegue acumular. Os fariseus, por exemplo, tinham um vasto conhecimento sobre Deus, mas Jesus os chamou certa vez de filhos do diabo (Jo 8.44). É impossível que algum filho do diabo apresente santidade. O próprio diabo também conhece a Escritura, mas para ele está reservado o fogo do inferno.

Paulo faz ainda um segundo alerta:
Cl 2.16: “
Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida ou bebida, ou dia de festa, ou lua nova ou sábados”. O alerta de Paulo é contra o engano promovido pela vida de devoção. Muitas pessoas imaginam-se vivendo a verdadeira santidade pelo fato de expressarem, com muita intensidade, o comportamento religioso. Nos tempos de Paulo, as pessoas imaginavam que a verdadeira santidade era evidenciada se a pessoa fizesse distinção entre alimentos e alimentos, ou se ela prezasse o comparecer a eventos religiosos. Os fariseus agiam dessa maneira, mas Jesus lhes disse: “Ai de vos, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois não entrais nem deixais entrar os que estão entrando! Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós” (Mt 23.13,15). Mas ninguém é mais santo porque deixa de comer isso ou de beber aquilo, ou porque participa desse ou daquele evento.

Por fim, Paulo faz um último alerta:
Cl 2.18: “
Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões”. Aqui, Paulo afirma que as experiências sobrenaturais ou místicas não são um sinal que comprova a verdadeira santidade. As pessoas ali estavam vendo e adorando anjos. Por imaginarem que Deus era inacessível, elas começaram a buscar ajuda e revelação de anjos, as tiveram. Miguel, o líder das hostes angelicais, era largamente adorado na Ásia Menor e a ele eram atribuídas muitas curas miraculosas. Com base nessas visões, muitos imaginavam-se espirituais, andando na verdadeira santidade. A essas pessoas Paulo diz não. Jesus mesmo chegou a afirmar: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos naquele dia hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.21-23).

Concluindo, Paulo diz: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria…todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Cl 2.23). Apesar de parecerem sinais da verdadeira santidade, essas referidas práticas e expressões não conseguem refrear os impulsos da carne; antes, muito facilmente os promovem.

Os sinais que comprovam a verdadeira santidade Cl 3.1-3: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus”. Aqui, Paulo faz uma afirmação condicional. Ele diz que se as pessoas morreram em Cristo e com ele ressuscitaram, então necessariamente uma mudança se operou na vida delas. E essa mudança as leva a viver um novo estilo de vida, a que podemos chamar de santidade.

Cl 3.2: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. O primeiro sinal da verdadeira santidade é o anseio pelas coisas celestiais. Aquele que nasceu de novo, que vive em santidade, anseia por Deus mais do que por todas as outras coisas. Contudo, o anseio por Deus é um aspecto subjetivo, que não pode ser medido muito facilmente. Por outro lado, o anseio por Deus leva a pessoa a tomar naturalmente duas atitudes práticas, que facilmente podem ser medidas.

Cl 3.5: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria”. A verdadeira santidade, além do anseio por Deus, se expressa por meio da morte do velho homem. Aqui, Paulo enumera cinco vícios da carne, que são destruídos pelo que é santo. O primeiro vício colocado nessa lista é a prostituição, que se refere à toda relação sexual ilegal e ilícita, e portanto envolve o adultério, a fornicação (o sexo antes do casamento), a bestialidade e outras formas de relação sexual que são anti-naturais e anti-bíblicas. Aquele que vive em santidade vai matando progressivamente esse vício em sua vida.
A seguir, o apóstolo Paulo fala da impureza. Aquele que vive em verdadeira santidade se esforça para deixar de lado os maus intentos do coração, os maus pensamentos e as inclinações da carne: a pornografia, os atos libidinosos e a masturbação.
Paulo continua a lista daquilo que o santo faz morrer. Ele faz morrer a paixão lasciva, o desejo maligno e a avareza. Paixão lasciva e desejo maligno têm praticamente o mesmo sentido, e significam todo tipo de desejo que não é voltado para Deus. Assim, aquele que tem os olhos voltados para as coisas materiais está alimentando desejos malignos no coração. Essa busca por admiração pode se dar até mesmo em relação a coisas espirituais. Há pessoas que oram não porque amam a Deus, mas sim porque desejam receber a admiração de outras pessoas, que as chamam de espirituais. O mesmo pode acontecer no tocante à leitura da Bíblia e ao jejum.
O último vício enumerado por Paulo é a avareza. Nesse texto, avareza não se restringe ao amor ao dinheiro; antes, abrange todo tipo de busca do bem pessoal por egoísmo. Portanto, tudo o que a pessoa faz pensando em si mesma e não em Deus é uma forma de egoísmo. Em outras palavras, ela se coloca no lugar de Deus e, portanto, promove a idolatria. Paulo diz que aquele que vive a verdadeira santidade dia após dia mata todos esses vícios. Ele não permanece na passividade, mas sempre busca a força que Jesus lhe pode dar.

Por fim, Paulo apresenta outro sinal que comprova a verdadeira santidade.
Cl 3.12: “
Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”. A verdadeira santidade se expressa por meio do revestimento de Cristo. Aquele que é santo se torna, a cada dia, mais parecido com Jesus. Paulo enumera algumas das expressões da vida de Jesus. Ele diz que a verdadeira santidade se revela na misericórdia, na bondade, na humildade, na mansidão e na longanimidade.
A misericórdia aponta para a compaixão de um ser humano para com outro. Aquele que é misericordioso nunca é acusador e nem crítico; antes, ele se oferece para ajudar e auxiliar aquele que está em situação de miséria. Por isso, ele é também bondoso.
Sem dúvida, a bondade é um reflexo da humildade que existe no coração daquele que é santo. Ele sabe que o seu coração é enganoso, e que ele não é melhor do que qualquer outra pessoa. Antes, ele reconhece que é Deus quem o sustenta; por isso, ele também é uma pessoa mansa.
A mansidão é uma característica na vida daqueles que reconhecem que suas vidas estão inteiramente nas mãos de Deus. Eles sabem que se algo não aconteceu do modo como eles esperavam, eles não devem se desanimar ou murmurar; antes, devem confiar em Deus, que faz todas as coisas de modo perfeito. Naturalmente, a mansidão conduz à longanimidade.
Aquele que é verdadeiramente santo é paciente. Ele sabe que Deus vai fazer as coisas no tempo certo; por isso, ele descansa em Deus.

Todas essas expressões existiam na vida de Jesus. Aquele que anda na verdadeira santidade as possui na sua vida, e a cada dia ele se torna mais parecido com Jesus.

Dons Espirituais

•setembro 18, 2009 • Deixe um comentário
I Cortíntios 12; Efésios 4:11-18
“Dom é atributo especial, dado pelo Espírito Santo, a cada membro do corpo, de acordo com a graça de Deus, para uso no contexto do corpo”
A quem é dado um dom espiritual?
A cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do Dom de Cristo (Efésios 4:7).
Para quê nos é dado um dom?
Para servir. “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10).
Quando recebemos os dons?
Uma pessoa recebe os dons espirituais quando se torna um crente, quando nasce de novo. Pode reconhecê-lo imediatamente ou muito mais tarde. O dom espiritual não é um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o amor de Cristo vai ser manifesto através do crente, que se torna um “canal” para o bem de outros e para glória de Deus.
Quais os benefícios do crente descobrir, desenvolver e exercer seus dons na igreja?
- O corpo funciona melhor, pois cada membro saberá seu lugar no corpo (Ef 2:10; 1Co 12:12-27).
- Haverá harmonia, e todos poderão trabalhar juntos em amor, sem ciúmes, inveja, orgulho ou falsa modéstia (Rm 12:3).
- Edificação: haverá desenvolvimento espiritual e de caráter; conseqüentemente o membro servirá melhor (Ef 4:16).
- Deus será glorificado (1Pe 4:10,11).
Como o dom espiritual afeta o portador?
O exercício do dom traz alegria e satisfação, e ele se sente liberto e seguro em ser ele mesmo (auto-aceitação).
Como o reconhecimento mútuo dos dons afeta o relacionamento interpessoal?
“Quando um crente reconhece que Deus opera de uma maneira toda especial através de cada membro do corpo, então ele terá mais consideração e nutrirá um amor mais sincero para com os outros crentes. Isso o ajudará a entender também o modo de pensar e agir das outras pessoas. O reconhecimento mútuo dos dons espirituais (pessoais) promove coordenação e unidade entre os membros do corpo de Cristo” (Larry Coy).
Como descobrir meu dom espiritual?
Podemos descobrir nossos dons mediante certas evidências:
- Nossa motivação básica. O dom está ligado diretamente a uma motivação depois da conversão. Revela-se no que realmente gostamos de fazer. Nessa atividade nos sentimos felizes e realizados.
- O dom também está realizado no que realizamos por completo, o que fazemos até o fim sem esmorecer. Em situação favorável a tarefa será cumprida.
Como diferenciar Dom espiritual de talentos naturais?
No dom espiritual sentimos a ação do Espírito Santo. Sentimos, ao realizar aquilo que é dom, que as forças não são nossas e por isso não nos enfadamos ou desanimamos; percebemos que é Deus quem está agindo e que nada poderíamos fazer sem Ele.
Os dons de Deus podem ser tirados?
Os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). Porém, quando o crente está em pecado ou em rebeldia, ele não conseguirá desenvolver o seu dom. Ele pode continuar fazendo tudo na obra, menos usar com eficácia o poder de Deus. O dom sem unção é apenas uma habilidade que não produz vida. Os dons de Deus são reconhecidos em nós por nossos irmãos, que são edificados através deles. Ninguém vai ser edificado apenas por habilidades.
OS DONS DENTRO DA IGREJA
Os líderes são um dom de Cristo para a igreja dele (Ef 4:11)
- Apóstolos
- Profetas
- Evangelistas
- Pastores
- Mestres
Considerações:
- Os dons são distribuídos pela vontade do Espírito Santo (1Co 12:11);
- O dom é dado para proveito comum(1Co 12:7);
- Não devemos ter ciúmes dos outros irmãos(1Co 12:14-25);
- A cada um foi dado dons diferentes (1Co 12: 28-30);
- Os membros tem dons para exercer o trabalho de Cristo(1Co 12:1-31);
O fim dos dons (Ef 4:12-14)
- O aperfeiçoamento dos santos;
- Para a obra do ministério;
- Para edificação do corpo de Cristo;
- Para chegar a unidade da fé(Ef 4:13);
- Para chegar ao conhecimento do filho de Deus;
- Para chegar à estatura de varão perfeito.

dons espirituaisI Cortíntios 12; Efésios 4:11-18

“Dom é atributo especial, dado pelo Espírito Santo, a cada membro do corpo, de acordo com a graça de Deus, para uso no contexto do corpo”

A quem é dado um dom espiritual?

A cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do Dom de Cristo (Efésios 4:7).

Para quê nos é dado um dom?

Para servir. “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10).

Quando recebemos os dons?

Uma pessoa recebe os dons espirituais quando se torna um crente, quando nasce de novo. Pode reconhecê-lo imediatamente ou muito mais tarde. O dom espiritual não é um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o amor de Cristo vai ser manifesto através do crente, que se torna um “canal” para o bem de outros e para glória de Deus.

Quais os benefícios do crente descobrir, desenvolver e exercer seus dons na igreja?

- O corpo funciona melhor, pois cada membro saberá seu lugar no corpo (Ef 2:10; 1Co 12:12-27).

- Haverá harmonia, e todos poderão trabalhar juntos em amor, sem ciúmes, inveja, orgulho ou falsa modéstia (Rm 12:3).

- Edificação: haverá desenvolvimento espiritual e de caráter; conseqüentemente o membro servirá melhor (Ef 4:16).

- Deus será glorificado (1Pe 4:10,11).

Como o dom espiritual afeta o portador?

O exercício do dom traz alegria e satisfação, e ele se sente liberto e seguro em ser ele mesmo (auto-aceitação).

Como o reconhecimento mútuo dos dons afeta o relacionamento interpessoal?

“Quando um crente reconhece que Deus opera de uma maneira toda especial através de cada membro do corpo, então ele terá mais consideração e nutrirá um amor mais sincero para com os outros crentes. Isso o ajudará a entender também o modo de pensar e agir das outras pessoas. O reconhecimento mútuo dos dons espirituais (pessoais) promove coordenação e unidade entre os membros do corpo de Cristo” (Larry Coy).

Como descobrir meu dom espiritual?

Podemos descobrir nossos dons mediante certas evidências:

- Nossa motivação básica. O dom está ligado diretamente a uma motivação depois da conversão. Revela-se no que realmente gostamos de fazer. Nessa atividade nos sentimos felizes e realizados.

- O dom também está realizado no que realizamos por completo, o que fazemos até o fim sem esmorecer. Em situação favorável a tarefa será cumprida.

Como diferenciar Dom espiritual de talentos naturais?

No dom espiritual sentimos a ação do Espírito Santo. Sentimos, ao realizar aquilo que é dom, que as forças não são nossas e por isso não nos enfadamos ou desanimamos; percebemos que é Deus quem está agindo e que nada poderíamos fazer sem Ele.

Os dons de Deus podem ser tirados?

Os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). Porém, quando o crente está em pecado ou em rebeldia, ele não conseguirá desenvolver o seu dom. Ele pode continuar fazendo tudo na obra, menos usar com eficácia o poder de Deus. O dom sem unção é apenas uma habilidade que não produz vida. Os dons de Deus são reconhecidos em nós por nossos irmãos, que são edificados através deles. Ninguém vai ser edificado apenas por habilidades.

OS DONS DENTRO DA IGREJA

Os líderes são um dom de Cristo para a igreja dele (Ef 4:11)

- Apóstolos

- Profetas

- Evangelistas

- Pastores

- Mestres

Considerações:

- Os dons são distribuídos pela vontade do Espírito Santo (1Co 12:11);

- O dom é dado para proveito comum(1Co 12:7);

- Não devemos ter ciúmes dos outros irmãos(1Co 12:14-25);

- A cada um foi dado dons diferentes (1Co 12: 28-30);

- Os membros tem dons para exercer o trabalho de Cristo(1Co 12:1-31);

O fim dos dons (Ef 4:12-14)

- O aperfeiçoamento dos santos;

- Para a obra do ministério;

- Para edificação do corpo de Cristo;

- Para chegar a unidade da fé(Ef 4:13);

- Para chegar ao conhecimento do filho de Deus;

- Para chegar à estatura de varão perfeito.

A convulsão do arsenal neuronial de Sant’Ana

•setembro 1, 2009 • Deixe um comentário

quem é paulo-sant'ana?1º.set.09

Comentário foi publicado dia 28 de agosto no jornal gaúcho

O jornalista gaúcho Paulo Sant’Ana elogiou o pastor Silas Malafaia em sua coluna no jornal Zero Hora, no último dia 28 de agosto. O comentário, que também foi publicado no blog do escritor, revela sua admiração por Malafaia, principalmente pela eloqüência e cultura que o pastor apresenta em suas pregações nas madrugadas da TV Bandeirantes.

“Estou apaixonado pelo modo como ele prega a Bíblia. A impressão que ele transmite habilidosamente é de que tem decorados todos os capítulos e versículos da Bíblia. Escolhe alguns deles e faz sua brilhante oratória explicá-los e justificá-los, num improviso criativo de abismar”, disse Sant’Ana no texto. “Eu o entendo, ele jamais me deixou qualquer dúvida em quaisquer sermões. Sua palavra me penetra e convulsiona o meu arsenal neuronial”.

De acordo com o jornalista, a única coisa que lhe incomoda é o fato de não ter certeza se Malafaia “é sincero ou se não é só um ator que o está enganando”. Logo depois, ele ressalta sua opinião inicial: “Em todo caso, o desenvolvimento cultural e o conhecimento bíblico do pastor Silas Malafaia me levam a intuir que ele é sincero e que acredita em Deus. Estou envolvido pela oratória desse homem”.

No fim do texto, Sant’Ana acrescenta que tem pedido a Deus que lhe mostre rapidamente se suas intuições a respeito da integridade do pastor estão corretas. “Se for, me entrego a ele. Se não for, me desiludo definitivamente”.

Na contramão dos ateus que criticaram negativamente a postura de Sant’Ana, evangélicos do Brasil todo manifestaram opiniões positivas a respeito do comentário e aproveitaram a oportunidade para evangelizar. Um deles, por exemplo, identificado como Luiz, citou a passagem bíblica de João-3:16 e escreveu: “Bem-vindo à família dos que crêem em Deus e no seu filho Jesus Cristo. A tua sede é a sede de todos. O Espírito Santo te ajudará a entender o que está sendo pregado e fará morada no teu coração. Um fraternal abraço”.

Confira a crônica escrita por Paulo Sant’Ana que foi publicada em sua coluna no jornal gaúcho ZERO HORA.

Vejo pastores evangélicos pregando insistentemente na televisão, principalmente nos horários de tarde da noite e de madrugada.

E fico a cismar o que sempre cismei quando era criança e via os padres pregarem nos púlpitos da Igreja Católica: “Será que eles acreditam verdadeiramente em Deus?”.

Falo-lhes sinceramente: uns acreditam e outros não, é o que penso.

Andei durante muito tempo anunciando nesta coluna que procurava ansiosamente por um pregador religioso que fosse culto, eloquente, didático e instigante à minha inteligência.

Pois encontrei o homem: Silas Malafaia, que fala quase todos os dias na TV Bandeirantes, fim de noite e início da madrugada.

Estou apaixonado pelo modo como ele prega a Bíblia. A impressão que ele transmite habilidosamente é de que tem decorados todos os capítulos e versículos da Bíblia. Escolhe alguns deles e faz sua brilhante oratória explicá-los e justificá-los, num improviso criativo de abismar.

Eu o entendo, ele jamais me deixou qualquer dúvida em quaisquer sermões. Sua palavra me penetra e convulsiona o meu arsenal neuronial.

A única coisa que me falta para me jogar submisso aos seus pés é saber se ele é sincero, se ele não é só um ator, se não está me enganando.

E confesso também que ele, depois de um intervalo entre o seu sermão principal, que dura uma hora, e o próximo espaço, ele próprio aparece pedindo ajuda financeira dos telespectadores para sua igreja, com a finalidade, diz ele, de custear aquele espaço de televisão que ocupa, que custa-lhe os tubos.

Acredito no custo caro da televisão, mas duvido que o que sobra vá todo para a igreja.

Em todo caso, o desenvolvimento cultural e o conhecimento bíblico do pastor Silas Malafaia me levam a intuir que ele é sincero e que acredita em Deus.

Seu preparo e seu desempenho na televisão, algo assim como um pop star, me levam a crer serem potencialmente verossímeis sua crença e suas boas intenções.

Estou envolvido pela oratória desse homem.

Peço a Deus que me elucide depressa se ele é honesto.

E eu quero firmemente que ele seja honesto.

Se for, me entrego a ele.

Se não for, me desiludo definitivamente.

Fontes: www.clicrbs.com.br e www.basemco.com

Especial

•agosto 26, 2009 • Deixe um comentário
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URGENTE… GLORIFIQUEM A DEUS!!!

•agosto 18, 2009 • Deixe um comentário

Korn: mais um integrante se converte ao cristianismo

korn_fieldy O baixista do KORN, Reginald Arvizu’s, mais conhecido como Fieldy, publicou um livro intitulado “Got the Life: My Journey of Addiction, Faith, Recovery and Korn”, que contém cartas que Fieldy escreveu para os demais integrantes da banda para se desculpar por seu comportamento no passado.

O livro conta detalhes dos problemas do baixista com drogas e álcool durante todos os anos de banda e conta também, como ter se tornado cristão o ajudou a enfrentar todos os seus vícios.

Fieldy deu uma cópia de seu livro para o vocalista Jonathan Davis e o guitarrista James “Munky” Shaffer, porém ainda não recebeu um retorno de ambos com suas respectivas opiniões.

Ele é o segundo membro do KORN a se converter ao cristianismo, o primeiro foi o guitarrista Brian “Head” Welch que optou por deixar a banda e se dedicar a sua nova vida.

Segundo o músico, sua opção por ficar longe das drogas e adotar uma religião não tem relação com o KORN. “Não vou sair e simplesmente largar algo. Continuo sendo a mesma pessoa, então não sei se alguém quer me criticar. Ainda sou eu. Fiz algumas mudanças, não saí por aí falando para todo mundo que estava pronto para essas mudanças, continuei sendo eu”, afirma o baixista.

Fonte desta matéria: Blabbermouth

CASO VOCÊ NÃO CONHEÇA A HISTÓRIA DE BRIAN “HEAD” Ex GUITARRISTA DA BANDA KORN ASSISTA AO VIDEO:

Video Especial – Familia Coimbra

•agosto 14, 2009 • Deixe um comentário

Video maravilhoso da familia Coimbra ministrando na Lagoinha com participação especial de Izaque Valadão… hehehe

Assista tambem os videos da CIA MUDANÇA, da Isa, Iara, Iana e Isabel (bel) Coimbra no youtube.com

9° Seminário Internacional

•agosto 14, 2009 • Deixe um comentário

seminario 1A Dança no Louvor e na Adoração .

Glória a Deus!

É notório o crescimento da consciência e da liberdade de muitos cristãos em relação á apropriação do significado e da expressão das artes nas suas inúmeras possibilidades no louvor e na adoração ao Grande Rei na sociedade!

Quantas manifestações artísticas em todo o planeta! Quantos Congressos de cunho artístico e transformador! Quantos grupos, companhias de dança nascidos na Igreja, com seus trabalhos valorizados e projetados no mundo secular engrandecendo o Nome de Jesus com excelência!

É maravilhoso poder contemplar a dança como instrumento de louvor, adoração, evangelismo, edificação, cura, restauração e edificação do Corpo de Cristo. Como é tremendo constatar o que Deus está fazendo através da vida de centenas de ministros de dança e dos frutos que estes têm gerado nos vários ambientes nos quais estão inseridos!

Em meio a esse mover, nos deparamos com muitos que como nós, vêm na linguagem da dança uma expressão possível no exercício de chamados ministeriais seja para o evangelismo, para a ministração da Palavra de Deus, para a profecia ou para as inúmeras oportunidades do realizar a boa obra dentro e fora da Igreja Cristã.

Ao longo dos últimos 13 anos temos vivido o mover de Deus em nossas vidas de maneira surpreendente e a dança tem sido uma ferramenta poderosa no exercício do nosso ide ao proclamar as “Boas Novas” a todos os lugares e oportunidades por onde o Senhor tem determinado. Nesse sentido, é que organizamos seminários anuais e compartilhamos sobre o mover do Espírito Santo em nossas vidas e ministério. Assim, é com gratidão ao Senhor Jesus que informamos a realização da nona versão do Seminário Internacional “A Dança no Louvor e na Adoração”.

Gostaríamos de ressaltar que ao longo dos seminários aprendemos que Deus não está preocupado com metodologias, estilos ou performances, mas com a vida de seus filhos e filhas. Por isso, os seminários de dança têm sido verdadeiras “oficinas” da alma, onde o Senhor tem proporcionado a seus participantes ensino, cura, libertação, restauração, edificação e para alguns a salvação.

O tema deste ano é “Conquistando o Monte das Artes”. Além dos momentos de louvor, ministrações e atos proféticos em dança, teremos também uma macro-oficina dividida em duas partes para melhor nos aprofundarmos no tema “Excelência”. Contamos ainda com convidados especiais de outros ministérios que, certamente, muito contribuirão para o enriquecimento do tema central.

Como no último Seminário este também será realizado no Hotel Tauá, conhecido pela boa gastronomia e localizado numa das paisagens mais lindas de Minas Gerais, em meio a serras e muito verde na região de Roças Novas.

Cremos que Deus, como sempre, tem planos muito específicos e nominais. E novamente as expectativas pelo que o Espírito Santo fará nesses dias são imensas e, com certeza, nossas vidas serão acrescidas de ensino, experiência, revelação e muita unção!

Você não pode ficar fora dessa!
Até breve!

Isabel Coimbra
Coordenadora Geral

acesse: http://www.belcoimbra.com/hotsite/9seminario/home/

Nova Pagina: Crianças da Igreja Perseguida

•julho 9, 2009 • Deixe um comentário

novo_cabecalho_Criancas


Criancas_versiculo

Exemplar mais antigo da Bíblia é colocado na internet

•julho 8, 2009 • 1 Comentário
bíbliaCerca de 800 páginas do exemplar mais antigo da Bíblia foram restauradas e estão disponíveis para consulta na internet.
Os visitantes poderão ver imagens de mais de metade do manuscrito Codex Sinaiticus, escrito em grego em folhas de pergaminho no século 4.
O projeto envolveu especialistas da Grã-Bretanha, Alemanha, Egito e Rússia, e, segundo eles, apresenta muitas possibilidades de pesquisa no futuro.
“O Codex Sinaiticus é um dos maiores tesouros escritos do mundo”, afirmou Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, em Londres.
Ar do deserto
“Este manuscrito de 1,6 mil anos é uma janela para se entender o desenvolvimento do início do Cristianismo, e se trata de uma evidência em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração a geração”, disse McKendrick.
“A disponibilidade do manuscrito virtual para estudiosos de todo o mundo cria oportunidades para trabalhos de pesquisa conjuntos que não seriam possíveis até o momento.”
Segundo o especialista, a versão original do Codex Sinaiticus continha cerca de 1.460 páginas – cada uma medindo 40 cm por 35 cm.
Por 1,5 mil anos, o manuscrito ficou preservado em um mosteiro na Península do Sinai, no Egito. Em 1844, ele foi encontrado e dividido entre Egito, Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.
Acredita-se que o documento resistiu ao tempo porque o ar do deserto é ideal para a conservação do pergaminho, e porque o mosteiro permaneceu intocado por todos esses anos.
Para marcar o lançamento do site www.codexsinaiticus.org, a Biblioteca Britânica está realizando uma exposição em sua sede, em Londres, que incluiu vários artefatos históricos ligados ao manuscrito.
Fonte: G1

bíbliaCerca de 800 páginas do exemplar mais antigo da Bíblia foram restauradas e estão disponíveis para consulta na internet.

Os visitantes poderão ver imagens de mais de metade do manuscrito Codex Sinaiticus, escrito em grego em folhas de pergaminho no século 4.

O projeto envolveu especialistas da Grã-Bretanha, Alemanha, Egito e Rússia, e, segundo eles, apresenta muitas possibilidades de pesquisa no futuro.

“O Codex Sinaiticus é um dos maiores tesouros escritos do mundo”, afirmou Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, em Londres.

Ar do deserto

“Este manuscrito de 1,6 mil anos é uma janela para se entender o desenvolvimento do início do Cristianismo, e se trata de uma evidência em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração a geração”, disse McKendrick.

“A disponibilidade do manuscrito virtual para estudiosos de todo o mundo cria oportunidades para trabalhos de pesquisa conjuntos que não seriam possíveis até o momento.”

Segundo o especialista, a versão original do Codex Sinaiticus continha cerca de 1.460 páginas – cada uma medindo 40 cm por 35 cm.

Por 1,5 mil anos, o manuscrito ficou preservado em um mosteiro na Península do Sinai, no Egito. Em 1844, ele foi encontrado e dividido entre Egito, Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.

Acredita-se que o documento resistiu ao tempo porque o ar do deserto é ideal para a conservação do pergaminho, e porque o mosteiro permaneceu intocado por todos esses anos.

Para marcar o lançamento do site http://www.codexsinaiticus.org/en/ a Biblioteca Britânica está realizando uma exposição em sua sede, em Londres, que incluiu vários artefatos históricos ligados ao manuscrito.

Fonte: G1

KOTEL (Muro das Lamentações)

•julho 8, 2009 • 1 Comentário

KOTEL

3 Câmeras ligadas 24hs por dia trazendo imagens do KOTEL (Muro das Lamentações).
Click na imagem acima e acesse

הכותל המערבי

3 Câmeras ligadas 24hs por dia trazendo imagens do KOTEL (Muro das Lamentações).

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10 anos da morte do meu irmão

•julho 8, 2009 • Deixe um comentário

Sei que até hoje nunca falei sobre ele, mas hoje me lembrei dele e resolvi expor uma das histórias mais íntimas e marcantes que chocaram minha vida.

Sempre fui extremamente relapso em relação a família, relacionamentos, compromissos e coisas que a maioria das pessoas são ligadas. Conheci meus irmãos muito recentemente e tudo em relação a família é uma descoberta diária… (história completa)

História de Roy Pontoh o pequeno mártir.

http://www.underground.org.br

A adoração e a dança

•julho 8, 2009 • 3 Comentários

Pra. Sandy Nemeth Cristo para as Nações – TX/Dallas/EUA Dança. De todas as artes, o ministério de dança é provavelmente o ministério que mais gera controvérsias dentro da igreja hoje. Como ministra de louvor e musicista, eu já ouvi mais opiniões extremas sobre dança – e dançarinos – do que sobre qualquer outra expressão de adoração. Por que é que a essência da dança faz com que as pessoas reajam tão negativamente, e o que as Escrituras têm a dizer sobre isto?

Eu tenho aprendido, através de muito estudo da Palavra de Deus e da história da Igreja, que a obra do Espírito Santo é progressiva na igreja e através das gerações do Cristianismo.

Deus, em Sua soberania, permite que certas facetas do revelar de Si mesmo através de Sua igreja aqui na terra, sejam reservadas para certos períodos da história. Houve um tempo em certas culturas da igreja onde instrumentos musicais foram banidos. Houve um tempo quando o uso de roupas de cores fortes era considerado por algumas pessoas como sendo mundano ou pecaminoso. Houve um tempo em que cantar qualquer outra parte vocal além da melodia era considerado sensual, e não era permitido. A igreja passou por muitas fases cheias de controvérsias, e tudo contribuiu para seu crescimento, expressão e maturidade. Jesus não veio e morreu numa cruz eliminando assim sacrifícios animais enquanto não tinha chegado o tempo designado na história para isso.  A pessoa do Espírito Santo não foi revelada a todos fiéis até depois do Calvário.  Será que isso significa que estes princípios espirituais não estavam por perto, sem agir antes disso? Claro que não! Isto só significa que Deus tem um tempo na história par todas as coisas, e que a Sua revelação de Si mesmo, mesmo que NUNCA vá contra as Escrituras, sempre é progressiva para cada geração de cristãos na terra. Eu creio que o conceito da dança física na igreja é algo que Deus está trazendo à evidência nesta geração, e usando sua importância para trazer a expansão de Seu Reino na terra e a Sua glória.

Quer estejamos confortáveis com ela ou não, a dança é definitivamente mencionada ou aprovada pelas Escrituras. Miriam dançou após os filhos de Israel terem atravessado o Mar Vermelho e o exército de Faraó ter sido derrotado. (Êxodo 15:20) Davi, que também teve uma revelação tremenda da adoração pós-calvário, dançou diante do Senhor quando a Arca da Aliança foi retirada da isolação ara Jerusalém (II Samuel 6:14) Existem muitos exemplos de pessoas dançando na presença do Senhor – seja como uma expressão de alegria ou intimidade, ou uma expressão profética da guerra espiritual. Nós somos ordenados a dançar diante do Senhor no livro de Salmos, muitas vezes. (Salmos 150 é somente um exemplo disto). Nós precisamos nos lembrar que Satanás foi o primeiro ministro de música em existência, e que antes de haver se exaltado em orgulho, seu engano e queda, ele ministrava ao pé do trono do próprio Deus. (Estudar Ezequiel 28). Ele sabe muito bem que a adoração acontece com o fim de honrar a presença de Deus e libera Seu poder, e ele não quer que entendamos ou usemos as armas poderosas e preciosas que Deus nos tem dado.

Todo componente da música e movimento como conhecemos hoje foi incorporada na criação de seu ser e ele entende as forças espirituais que operam quando nós cantamos, tocamos instrumentos ou dançamos diante do Senhor. Até hoje, uma de suas maiores estratégias aqui na terra é envolver a raça humana em expressões de musicais, rítmicas e visuais em adoração a si mesmo. Ele distorce a pureza da adoração, quer ela seja aural ou visual, e a degenera em algo sensual, pecaminoso e pervertido. É verdade que a humanidade foi criada para aprender  com exemplos visuais mais do que com quaisquer outros, e quando as pessoas vêem a dança, algo é liberado dentro delas, quer seja sensual ou espiritual.

Eu creio que por esta razão, muitas pessoas têm dificuldades em algumas áreas, quando se trata de veículos musicais, e expressões de dança – especialmente se estas atividades produziram pecado em suas vidas antes de se tornarem cristãos. Eu também creio que as artes não precisam ser redimidas – nós, como seres humanos, e nossas expressões da mesma, é que precisamos. Em sua criação original, elas são a perfeita expressão da adoração do Deus Todo-Poderoso. Nós somos aqueles que precisamos ser redimidos, e nossas expressões verbais, físicas e visuais de adoração, uma vez direcionados para o diabo e nossa carne sensual, devem agora ser usados de forma que possam trazer glória  honra para o Deus Altíssimo.  A Bíblia claramente diz que Satanás é o príncipe dos poderes do ar (Efésios 2:2) e quando nós falamos palavras, cantamos músicas ou realizamos ações físicas na adoração, nós literalmente estamos enviando ondas de som para sua área de domínio, interrompendo-a, e causando impacto em toda eternidade.

Primeiro e mais importante, as nossas próprias vidas devem ser uma dança – e uma canção de adoração – ao Senhor. Nós devemos viver de uma forma que possamos refletir Sua glória, não a nossa sensualidade e nossa carne. Nosso, vestir, nossa conduta e nosso falar, devem refletir a pureza e alegria da nossa vida-dança ao nosso companheiro celestial, o glorioso Rei dos reis e Senhor dos senhores. O Senhor nos chama para sermos irrepreensíveis, e de todas as maneiras, reverenciarmos o Espírito Santo e refletir Sua glória – não trazendo a atenção para nós mesmos ou nossos corpos, mas ao invés disso, usar nossos corpos para dar glória ao nosso maravilhoso Salvador, e declararmos nosso amor por Ele pelo sacrifício eterno que Ele pagou por nossas almas e corações.

Tem sido uma tendência da igreja eliminar os elementos do Cristianismo que criam “controvérsias”, ou ficar longe deles e ignorar as áreas ‘perigosas’, mas eu firmemente creio que o Espírito Santo não está procurando um ambiente seguro para Se mover, mas sim, um ambiente cheio de fé. Nós, como redimidos do Senhor, como Sua Noiva amada, devemos ser apaixonados, e sim, muito puros, em nossas expressões de adoração e amor ao nosso Deus. Nós não devemos correr das questões que geram controvérsias, mas sim, usando de sabedoria e instrução, tomar de volta o que o inimigo de nossas almas tem usado como SUA arma e começarmos a usar como NOSSA arma, pois a nós pertence este direito. A adoração é nossa; a música é nossa, e a dança é nossa! Vamos cumprir este momento na história o qual Deus chama a Igreja a cumprir, e viver vidas cheias de Sua presença, Seu poder, Sua pureza, e Suas expressões de adoração e gratidão em nossas almas e ações por tudo o que Ele tem feito, e por Sua graça eterna, pela qual nós somos eternamente gratos!

Pra. Sandy Nemeth

Cristo para as Nações – TX/Dallas/EUA

FONTE: WWW.BELCOIMBRA.COM
Dança. De todas as artes, o ministério de dança é provavelmente o ministério que mais gera controvérsias dentro da igreja hoje. Como ministra de louvor e musicista, eu já ouvi mais opiniões extremas sobre dança – e dançarinos – do que sobre qualquer outra expressão de adoração. Por que é que a essência da dança faz com que as pessoas reajam tão negativamente, e o que as Escrituras têm a dizer sobre isto?
Eu tenho aprendido, através de muito estudo da Palavra de Deus e da história da Igreja, que a obra do Espírito Santo é progressiva na igreja e através das gerações do Cristianismo.
Deus, em Sua soberania, permite que certas facetas do revelar de Si mesmo através de Sua igreja aqui na terra, sejam reservadas para certos períodos da história. Houve um tempo em certas culturas da igreja onde instrumentos musicais foram banidos. Houve um tempo quando o uso de roupas de cores fortes era considerado por algumas pessoas como sendo mundano ou pecaminoso. Houve um tempo em que cantar qualquer outra parte vocal além da melodia era considerado sensual, e não era permitido. A igreja passou por muitas fases cheias de controvérsias, e tudo contribuiu para seu crescimento, expressão e maturidade. Jesus não veio e morreu numa cruz eliminando assim sacrifícios animais enquanto não tinha chegado o tempo designado na história para isso.  A pessoa do Espírito Santo não foi revelada a todos fiéis até depois do Calvário.  Será que isso significa que estes princípios espirituais não estavam por perto, sem agir antes disso? Claro que não! Isto só significa que Deus tem um tempo na história par todas as coisas, e que a Sua revelação de Si mesmo, mesmo que NUNCA vá contra as Escrituras, sempre é progressiva para cada geração de cristãos na terra. Eu creio que o conceito da dança física na igreja é algo que Deus está trazendo à evidência nesta geração, e usando sua importância para trazer a expansão de Seu Reino na terra e a Sua glória.
Quer estejamos confortáveis com ela ou não, a dança é definitivamente mencionada ou aprovada pelas Escrituras. Miriam dançou após os filhos de Israel terem atravessado o Mar Vermelho e o exército de Faraó ter sido derrotado. (Êxodo 15:20) Davi, que também teve uma revelação tremenda da adoração pós-calvário, dançou diante do Senhor quando a Arca da Aliança foi retirada da isolação ara Jerusalém (II Samuel 6:14) Existem muitos exemplos de pessoas dançando na presença do Senhor – seja como uma expressão de alegria ou intimidade, ou uma expressão profética da guerra espiritual. Nós somos ordenados a dançar diante do Senhor no livro de Salmos, muitas vezes. (Salmos 150 é somente um exemplo disto). Nós precisamos nos lembrar que Satanás foi o primeiro ministro de música em existência, e que antes de haver se exaltado em orgulho, seu engano e queda, ele ministrava ao pé do trono do próprio Deus. (Estudar Ezequiel 28). Ele sabe muito bem que a adoração acontece com o fim de honrar a presença de Deus e libera Seu poder, e ele não quer que entendamos ou usemos as armas poderosas e preciosas que Deus nos tem dado.
Todo componente da música e movimento como conhecemos hoje foi incorporada na criação de seu ser e ele entende as forças espirituais que operam quando nós cantamos, tocamos instrumentos ou dançamos diante do Senhor. Até hoje, uma de suas maiores estratégias aqui na terra é envolver a raça humana em expressões de musicais, rítmicas e visuais em adoração a si mesmo. Ele distorce a pureza da adoração, quer ela seja aural ou visual, e a degenera em algo sensual, pecaminoso e pervertido. É verdade que a humanidade foi criada para aprender  com exemplos visuais mais do que com quaisquer outros, e quando as pessoas vêem a dança, algo é liberado dentro delas, quer seja sensual ou espiritual.
Eu creio que por esta razão, muitas pessoas têm dificuldades em algumas áreas, quando se trata de veículos musicais, e expressões de dança – especialmente se estas atividades produziram pecado em suas vidas antes de se tornarem cristãos. Eu também creio que as artes não precisam ser redimidas – nós, como seres humanos, e nossas expressões da mesma, é que precisamos. Em sua criação original, elas são a perfeita expressão da adoração do Deus Todo-Poderoso. Nós somos aqueles que precisamos ser redimidos, e nossas expressões verbais, físicas e visuais de adoração, uma vez direcionados para o diabo e nossa carne sensual, devem agora ser usados de forma que possam trazer glória  honra para o Deus Altíssimo.  A Bíblia claramente diz que Satanás é o príncipe dos poderes do ar (Efésios 2:2) e quando nós falamos palavras, cantamos músicas ou realizamos ações físicas na adoração, nós literalmente estamos enviando ondas de som para sua área de domínio, interrompendo-a, e causando impacto em toda eternidade.
Primeiro e mais importante, as nossas próprias vidas devem ser uma dança – e uma canção de adoração – ao Senhor. Nós devemos viver de uma forma que possamos refletir Sua glória, não a nossa sensualidade e nossa carne. Nosso, vestir, nossa conduta e nosso falar, devem refletir a pureza e alegria da nossa vida-dança ao nosso companheiro celestial, o glorioso Rei dos reis e Senhor dos senhores. O Senhor nos chama para sermos irrepreensíveis, e de todas as maneiras, reverenciarmos o Espírito Santo e refletir Sua glória – não trazendo a atenção para nós mesmos ou nossos corpos, mas ao invés disso, usar nossos corpos para dar glória ao nosso maravilhoso Salvador, e declararmos nosso amor por Ele pelo sacrifício eterno que Ele pagou por nossas almas e corações.
Tem sido uma tendência da igreja eliminar os elementos do Cristianismo que criam “controvérsias”, ou ficar longe deles e ignorar as áreas ‘perigosas’, mas eu firmemente creio que o Espírito Santo não está procurando um ambiente seguro para Se mover, mas sim, um ambiente cheio de fé. Nós, como redimidos do Senhor, como Sua Noiva amada, devemos ser apaixonados, e sim, muito puros, em nossas expressões de adoração e amor ao nosso Deus. Nós não devemos correr das questões que geram controvérsias, mas sim, usando de sabedoria e instrução, tomar de volta o que o inimigo de nossas almas tem usado como SUA arma e começarmos a usar como NOSSA arma, pois a nós pertence este direito. A adoração é nossa; a música é nossa, e a dança é nossa! Vamos cumprir este momento na história o qual Deus chama a Igreja a cumprir, e viver vidas cheias de Sua presença, Seu poder, Sua pureza, e Suas expressões de adoração e gratidão em nossas almas e ações por tudo o que Ele tem feito, e por Sua graça eterna, pela qual nós somos eternamente gratos!
Pra. Sandy Nemeth
Cristo para as Nações – TX/Dallas/EUA